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Influenciadora que namorou ex-jogador é presa e deportada dos EUA ; saiba detalhes

Reprodução / Instagram
A influenciadora compartilhou seu relato da situação em seu perfil do Instagram  |   Bnews - Divulgação Reprodução / Instagram
Andreza Oliveira

por Andreza Oliveira

Publicado em 15/04/2025, às 20h18



A ex-miss Francielly Ouriques, que namorou com o ex-jogador André Santos, foi presa e deportada dos Estados Unidos no começo deste mês. Em seu perfil do Instagram, ela deu detalhes da situação. 


A moça contou que foi detida por estar com uma cartela do medicamento Tramal, analgésico à base de opioide, o que a fez ser vista como suspeita de fazer “trabalhos ilegais nos EUA”.

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Ela disse que havia acabado de pousar em Chicago, para fazer uma conexão para Los Angeles, onde iria curtir o festival Coachella. 


“Um guarda me abordou perguntando se eu tinha algo de ilício nas minhas malas e eu disse que não. Geralmente, as pessoas me mandam para a revista na Polícia Federal e eu pensei: gente, só pode ser um estereótipo porque sempre me escolhem”, relatou. 


Depois disso, ela foi interrogada e teve a bagagem e celular revistados. Além disso, foi levada para uma sala, onde ficou por cinco horas, e foi informada que estava representando uma “ameaça” para o país e que teria o visto cancelado.


A influenciadora destacou que as autoridades afirmaram que, na inspeção pelo aparelho celular, localizaram indícios de que ela era “suspeita de trabalhos ilegais” por acharem conversas em que ela comentava sobre a intenção de abrir uma empresa no país e fazia perguntas sobre o “green card”. 


Em seguida, ela disse que ficou detida o resto do dia em uma cela pequena, sem comunicação com com advogados ou com o consulado brasileiro e longe de seus pertences pessoais.


“Largada em um frio de 3 °C, só podendo ficar com uma peça superior e uma peça inferior, não podia nem usar casaco, tratada como uma bandida mesmo, uma humilhação completa”, destacou. 


Quando saiu da prisão, a modelo foi encaminhada para o terminal de embarque em uma viatura e foi impedida de ter acesso ao seu passaporte até chegar em solo brasileiro. 

“Quando cheguei no Brasil, fui até a Polícia Federal para pedir orientação e eles me falaram sabe o quê? Não adianta nada”, concluiu.

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