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"Inquisição rídicula e covarde": Pai de Anitta detona César Tralli e Renata Vasconcellos após sabatina com Lula na Globo

Reprodução / Redes Sociais / TV Globo
Mauro Machado, o Painito, usou as redes sociais para tecer duras críticas ao tom adotado pelos jornalistas da Globo e elogiou a postura do presidente  |   Bnews - Divulgação Reprodução / Redes Sociais / TV Globo
Tiago Di Araújo

por Tiago Di Araújo

tiago@bnews.com.br

Publicado em 28/08/2026, às 10h31



O empresário Mauro Machado, conhecido popularmente como Painito e pai da cantora Anitta, não poupou críticas à TV Globo e aos jornalistas Cesar Tralli e Renata Vasconcellos após a condução da sabatina com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em um desabafo contundente publicado nas redes sociais, Painito acusou a emissora de montar uma "armadilha" contra o chefe do Executivo e classificou o tom da entrevista como uma "inquisição covarde".

Sem esconder a decepção com os âncoras do Jornal Nacional, Machado afirmou que a consideração que mantinha pelos profissionais ruiu após a exibição do programa.

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"Como a grande admiração por dois âncoras foi a zero em uma noite. Sei que são funcionários e cumprem ordens, mas o prazer de destilar toda uma armadilha sobre um presidente ficou escancarado", disparou.

O pai da artista ainda fez uma comparação sobre como outros líderes políticos reagiriam à postura da bancada global. "Se fosse o Trump, ele teria abandonado a entrevista os ofendendo e estaria mandando fechar a emissora", pontuou.

Comparação com processos e elogios à postura de Lula

Apesar do tom incisivo dos apresentadores, Mauro Machado destacou a capacidade de reação de Lula durante a transmissão ao vivo, afirmando que o presidente soube contornar as adversidades e se sobressair com argumentos técnicos diante do cenário adverso.

"Lula, com classe e educação, soube fazer de um limão uma limonada. Respondeu e provou com respostas técnicas todas as armadilhas montadas contra ele", analisou.

Em tom provocativo, Painito chegou a comparar a sabatina jornalística aos momentos mais tensos enfrentados pelo petista no passado na Justiça Federal. "Por alguns minutos eu pensei ser a reapresentação dos interrogatórios de Moro durante o processo que vitimou Lula. Foi ridícula e covarde a inquisição montada pelo MP global, mas foi útil, efeito lindo, foi bom e foi mais engrandecedor do que já é", concluiu o empresário.

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