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Eliminada do Big Brother Brasil 26, Jordana se pronunciou pela primeira vez sobre o uso de cotas raciais em um concurso público, uma das maiores polêmicas que cercaram seu nome enquanto estava no reality. O caso, que remete a 2015, veio à tona logo nas primeiras semanas do programa.
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Em entrevista ao portal Leo Dias, a ex-sister admitiu que utilizou o sistema de cotas para negros e pardos no concurso do Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJDFT) de forma indevida, mas atribuiu a decisão à imaturidade.
“Eu tinha 19 anos na época, eu não tinha o conhecimento necessário sobre o assunto, hoje eu entendo”, declarou.
A ex-BBB explicou que sua percepção de identidade na época era confusa. “De fato, eu acho que eu nunca fui vista como uma mulher branca durante a minha infância, de verdade. Então era uma coisa que eu não entendia dessa forma”, justificou.
Durante sua estadia na casa, o apelido irônico “Nega Jô” viralizou nas redes sociais, sendo utilizado por internautas para apontar a incoerência na autodeclaração da advogada. Jordana afirmou que nem se lembrava do episódio do concurso até ser confrontada com a repercussão fora do jogo.
VEM NEGA JÔ, CHEGA DE FRAUDAR COTA!!!! tchau Jordana pic.twitter.com/3RgT6Yh679
— ✩ ANITTA ✩ 𝕀𝕍 (@superstarevans) April 15, 2026
“Hoje eu entendo a seriedade do assunto, toda a responsabilidade, e não faria novamente, de verdade. Mas os erros estão aí, a gente entende, a gente aprende”, concluiu.
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