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Site expõe orgia em boate gay frequentada por famoso da Globo e jogador de futebol: 'sexo explícito e exibição de pênis'

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Boate gay criada por jornalista em sociedade com o companheiro se tornou um verdadeiro sucesso na noite de São Paulo  |   Bnews - Divulgação Divulgação
Tiago Di Araújo

por Tiago Di Araújo

tiago@bnews.com.br

Publicado em 19/03/2025, às 09h41



A noite de São Paulo é conhecida por ser uma das mais badaladas do Brasil, por diferentes segmentos. Um deles é voltado para comunidade LGBT, que atualmente tem tido um point de destaque. Trata-se da boate gay Hot House, criada em 2021, pelo jornalista, apresentador e produtor Emerson Marcellino, em sociedade com o companheiro, o empresário Anderson Azevedo, parceria iniciada na TV Papo Mix, um site e canal de entrevistas voltado para noite gay paulistana.

A casa noturna exluciva para homens, de portinha discreta da rua Nestor Pestana no centro de São Paulo, teve seus diferenciais revelados em uma reportagem do portal Uol. Conforme a publicação, o local de teto baixo conta com jogos de luzes, música dançante e garçons de sunga servindo drinks aos clientes. A clientela, por sua vez, assiste uma sequência de shows de dança, striptease e até sexo explícito.

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Entre os frequentadores, mantidos em anonimato, famoso da Globo, jogador de futebol assumidamente gay, médicos de hospital da elite paulistana e motoristas de Uber, detalha a reportagem, que destaca o número de "exibição de pênis", descrito como diferencial da boate, a chamada 'hora do PD'. O show permite que os gogoboys sejam tocados, apenas com as mãos e com consentimento, e dançam para cada um dos clientes.

O time de dançarinos é composto por diferentes profissionais, como o modelo Marlon Salles, que já posou nu para revista G Magazine e responsável por apresentar um número especial na casa. Trata-se de um banho para todo mundo ver, com uma ducha em uma das partes da boate e que termina com os clientes secando o rapaz com toalhas disponibilizadas no local.

Em meio ao elenco, tem irmãos, tem casal, dançarino estrangeiro e a madrinha da casa, a jornalista trans Kylie Hickmann, que trabalha na secretaria de Coordenação de Políticas LGBTI+ para a Prefeitura de São Paulo e faz performances como drag queen.

De acordo com a publicação, o número final aos sábados, dia em que foi feita a reportagem, é uma cena de sexo explícito em um sofá no meio do palco e com luzes acesas. "Eu sou flex, mas hoje vou de passivo", detalhou um dos integrantes da cena que pode contar com interação dos clientes, que ainda possuem a opção de utilizarem um quarto dark para manter relações entre si.

hot house

Classificação Indicativa: 14 anos

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