Entretenimento
Publicado em 19/11/2025, às 12h33 Edgar Luz e Tiago Di Araujo
Na véspera do Dia da Consciência Negra, celebrado no dia 20 de novembro - feriado nacional que celebra a memória de Zumbi dos Palmares, o cantor Leo Santana recebeu oficialmente a maior honraria do Prêmio da Igualdade Racial – Categoria Nelson Mandela.
A homenagem foi realizada pela Frente Nacional de Negros e Negras (FNN), na manhã desta quarta-feira (19), durante a coletiva de imprensa do audiovisual “DNA de Gigante”, que será gravado aberto ao público nesta quinta-feira (20), na praça Maria Felipa, no bairro do Comércio, em Salvador.
"Obrigado pela homenagem. Fico sem palavras porque eu sei o quanto é difícil manter esse projeto e sei também, de forma pessoal falando, o quanto é chegar até aqui e ter esse reconhecimento. Eu me sinto lisonjeado. É uma busca incessante por isso, por quebras de barreiras, por respeito, por igualdade de fato", declarou.

O cantor ainda aproveitou para fazer um desabafo sobre o preconceito sofrido por ser um representante da favela e da música preta. Segundo ele, mesmo tendo grande representatividade, ainda existem certos nichos em que seu som não consegue fazer sucesso.
"Ainda é difícil para Leo Santana alcançar alguns lugares e começamos a repensar. Sabemos que tudo é no tempo de Deus, mas a gente tem feito um trabalho muito especial nesses 20 anos, como homem, como artista, como representante da música preta baiana para o Brasil, e ainda assim tem lugares que a gente não consegue invadir, e eu percebo que é por causa desse detalhe, do Leo Santana ser preto. Mas, ao mesmo tempo eu falo: "vocês vão ter me aturar, vão ter que me engolir". É uma luta que não acaba nunca".
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