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Leonardo reage e toma atitude contra gravadora após ser chamado de mentiroso

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A gravadora defende sua posição, alegando que contribuiu para o sucesso de Leonardo e que detém os direitos sobre suas obras.  |   Bnews - Divulgação Reprodução Instagram
Juliana Barbosa

por Juliana Barbosa

juliana.barbosa@bnews.com.br

Publicado em 11/11/2025, às 12h09



A disputa entre Leonardo e a Sony Music ganhou um novo capítulo. O cantor sertanejo respondeu à defesa da gravadora no processo em que acusa a empresa de explorar suas músicas indevidamente em plataformas de streaming. As informações são da colunista Fabia Oliveira. 

Em documento encaminhado à Justiça, Leonardo afirmou que a Sony apresentou uma defesa “prolixa, desconexa e desorganizada”, com argumentos que “ela própria não consegue sustentar”. O artista ainda acusou a gravadora de distorcer cláusulas do contrato, deturpar conceitos jurídicos e incluir informações “sem qualquer relação com o caso”. 

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Na réplica, o cantor considerou “inconcebível que uma empresa multinacional apresente à Justiça uma defesa tão incoerente”, classificando os documentos entregues como “uma pilha de papéis sem pertinência ou consistência”. Ele pediu que o juiz desconsidere provas apresentadas pela empresa e recuse o pedido para que ele preste depoimento em juízo, alegando que o caso é estritamente jurídico e pode ser resolvido com base em documentos. 

Relembre o caso 

Leonardo processou a Sony Music alegando que a gravadora continua explorando seu catálogo musical em mídias digitais que não existiam quando o contrato foi assinado, em 1998. Segundo o cantor, ele não recebe participação nos lucros obtidos com suas músicas disponíveis on-line. 

O sertanejo pediu uma liminar para impedir a gravadora de continuar explorando seu repertório e exigiu o repasse dos dados e metadados das faixas a uma nova distribuidora indicada por ele. 

Em resposta, a Sony acusou o cantor de mentir e afirmou que a ação tem caráter “maquiavélico”, com a intenção de “usurpar direitos e ludibriar o Judiciário”. A empresa também argumentou que Leonardo já era um artista de sucesso e tinha plena consciência do contrato que assinou. 

A gravadora apresentou ainda um termo aditivo que, segundo ela, prova que a comercialização digital das músicas foi prevista e regulamentada. Além disso, sustentou que eventuais irregularidades teriam ocorrido há mais de uma década e, portanto, os pedidos do cantor estariam prescritos. 

A Sony defende que contribuiu de forma decisiva para a carreira de Leonardo e que ele enriqueceu graças ao trabalho da empresa. No processo, reafirma ser dona dos direitos sobre os fonogramas e videogramas do artista e o acusa de agir “sem pudores” contra “a gravadora que tanto o acolheu”. 

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