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Lexa não continuará como rainha de bateria da Unidos da Tijuca no Carnaval de 2026. A cantora, que estava afastada da função desde o início deste ano por conta de complicações na gravidez, não seguirá nos planos da agremiação carioca. A direção da escola já colocou o posto à disposição e busca uma nova representante para assumir o cargo.
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Apesar de ainda não haver um comunicado oficial, o presidente Fernando Horta já havia desconversado sobre a permanência da artista em entrevistas anteriores. Lexa desfilou pela primeira vez na escola em 2020 e, desde então, se consolidou como uma figura de destaque no grupo Especial. Este ano, porém, ela se afastou pouco antes dos desfiles, após sofrer com a perda da filha que morreu três dias depois do nascimento.
Durante o Carnaval, em respeito à perda da cantora, a Unidos da Tijuca optou por deixar vago o posto de rainha. Ainda assim, os bastidores da escola indicavam um mal-estar antigo. Em 2024, a Unidos da Tijuca ficou em 11º lugar — a poucos décimos da rebaixada Porto da Pedra — e o reinado de Lexa entrou em debate.
De acordo com fontes, o valor cobrado pela cantora para seguir como rainha girava em torno de R$ 380 mil, mas até fevereiro deste ano, cerca de R$ 150 mil ainda não haviam sido quitados. A questão financeira, somada à ausência no desfile e ao desejo da direção de renovar a imagem da escola, selou a decisão de tirar o título da carioca.
A Unidos da Tijuca ainda não anunciou quem assumirá o posto de rainha de bateria para o próximo Carnaval.
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