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O compositor Manno Góes, em postagem realizada nesta quarta-feira (6), fez campanha para que seguidores boicotem a plataforma de cinema Mubi por ter, como afirmou, recebido US$ 100 milhões de uma companhia que também investiu em uma startup militar israelense.
"Quem aceita verba de genocidas não merece nossa audiência. Contextualizando: A plataforma de cinema MUBI recebeu US$ 100 milhões da Sequoia Capital, que também investe em uma startup militar israelense", escreveu Góes, em postagem no Instagram.
Ele prosseguiu: "O resultado? Cineastas romperam parcerias, festivais foram cancelados e Eddie Huang acusou a empresa de censura após criticar o vínculo com o 'lucro de genocídio'. A MUBI diz que continua independente. Mas até onde vai a independência quando o dinheiro vem da guerra?"
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