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Maria Cândida expõe experiência traumática em programa de Gugu e choca internautas: 'abuso psicológico e moral'

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A apresentadora relatou a experiência de um falso sequestro vivido no programa Domingo Legal, do SBT  |   Bnews - Divulgação Reprodução / SBT / YouTube
Tiago Di Araújo

por Tiago Di Araújo

tiago@bnews.com.br

Publicado em 04/11/2025, às 11h05



A participação de Maria Cândida no podcast Eles que Lutem ficou marcada pelo relato de uma experiência traumática vivida no Domingo Legal, programa que era comandado por Gugu Liberato, no SBT. A apresentadora comentou sobre um falso sequestro em que participou no quadro Telegrama Legal.

A jornalista relembrou que foi colocada no chão por atores e percebeu a intensidade da situação como um momento de grande tensão emocional.

“Lembro que me deu um negócio estranho, mas imediatamente retomei meu controle. Depois de um tempo, falei: ‘Ah, Gugu, por que você fez isso comigo?’. Deveria ter tido uma reação de xingar, mas fui legal. Foi um abuso psicológico, um abuso moral. Aquilo mexeu com a minha cabeça por muito tempo, mas era uma pessoa do SBT, era o Gugu, então eu me calei”, relatou.

Assessoria se manifesta

Após repercussão das imagens nas redes sociais, a assessoria de Maria Cândida emitiu nota de esclarecimento à imprensa para negar que ela tivesse feito qualquer denúncia contra o apresentador ou ao programa.

Nota de Esclarecimento

'Em relação às notícias publicadas após a participação de Maria Cândida no podcast “Eles que Lutem”, esclarecemos que em nenhum momento houve qualquer denúncia ou acusação contra o apresentador Gugu Liberato ou contra o programa Domingo Legal.

Durante o podcast, Maria Cândida foi questionada sobre sua trajetória na televisão nos anos 2000, quando o apresentador mencionou o episódio conhecido como “o pior Telegrama Legal da história”, exibido pelo programa.

Ela apenas relembrou como se sentiu naquele momento, explicando que foi surpreendida por atores que encenaram um falso sequestro, com um revólver apontado para sua cabeça, sem saber que tudo fazia parte de uma gravação. O relato se referia ao impacto emocional e psicológico dessa experiência específica, e não a qualquer tipo de abuso moral, assédio ou conduta indevida dentro do programa.

Maria Cândida reforça que nunca sofreu qualquer tipo de abuso ou desrespeito no Domingo Legal. Pelo contrário, foi um período de grande aprendizado e conquistas profissionais, em que teve a oportunidade de realizar entrevistas internacionais, consolidar sua carreira e apresentar o Oscar três vezes pelo SBT.

A jornalista faz questão de reafirmar seu carinho, respeito e admiração por Gugu Liberato, reconhecendo-o como um dos maiores comunicadores da televisão brasileira.

Sua fala no podcast teve o propósito de refletir sobre como certos formatos de entretenimento dos anos 1990 e 2000, que hoje seriam considerados inadequados, eram comuns e amplamente naturalizados na época, mas que, com o avanço da consciência coletiva sobre saúde mental e ética, ganharam novas leituras.

Não se tratou de uma denúncia, mas de uma reflexão sobre a evolução da sociedade e da comunicação, especialmente no que diz respeito à sensibilidade, à ética e ao cuidado emocional nas relações humanas e profissionais.”

Classificação Indicativa: Livre

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