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MC Daniel move ação contra mãe do filho e pede indenização por prejuízos profissionais; saiba detalhes

Reprodução / Instagram
MC Daniel está acusando a ex-companheira Lorena Maria de perseguição e ataques à honra  |   Bnews - Divulgação Reprodução / Instagram
Andreza Oliveira

por Andreza Oliveira

Publicado em 16/07/2026, às 08h40 - Atualizado às 08h54



MC Daniel está movendo uma ação contra a ex-companheira e mãe do seu filho, Lorena Maria. De acordo com a coluna Fábia Oliveira, do site Metrópoles, o processo teve início com o protocolo de uma queixa-crime apresentada em abril deste ano. 


O cantor afirma, nos autos, que a moça utilizou as redes sociais para atacá-lo publicamente,  humilhá-lo e propagar ofensas pessoais. De acordo com ele, a influenciadora o chamou de  “capeta”, “satanás” e “encarnado”.

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Segundo a coluna, o funkeiro ainda relatou que a ex teria adotado um comportamento agressivo e ameaçador, afirmando que ele a “respeitaria na dor” e que “enfiaria a mão” em seu rosto.


Ainda conforme a queixa-crime, Daniel acusou a influenciadora de persegui-lo e de retratá-lo como um homem abusivo e degradante. Ele também sustenta que a ex insinuou publicamente que teria sido vítima de ataques racistas praticados por ele e por integrantes de sua família.


No processo, MC Daniel afirmou que as postagens da ex-companheira provocaram o rompimento de contratos profissionais, perda significativa e desgaste junto à contratantes. 


Além disso, ele disse que sofreu ataques direcionados a ele e seus familiares, sustentando que as declarações da moça causaram danos expressivos à sua honra, imagem e reputação.


Na ação, o cantor atribui a Lorena a prática de crimes de difamação, injúria e ameaça. Ele também solicita que, em caso de condenação, a pena seja aumentada pelo fato das supostas ofensas terem sido divulgadas na web. Ele também requereu uma reparação pelos danos sofridos no valor de R$30 mil. 


Inicialmente o processo foi distribuído ao  Tribunal de Justiça de São Paulo. No entanto, depois da manifestação do Ministério Público de São Paulo apontando a incompetência do juízo para avaliar o caso, a ação foi redistribuída ao Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro na última terça-feira (14).

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