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'Menos treta, né, cantores e cantoras, menos confusão', pede Rita Batista ao avaliar o Carnaval 2025

Tiago Di Araújo / Bnews
Em entrevista ao BNews, Rita Batista destaca o reconhecimento do Guinness e a grandiosidade do Carnaval de Salvador em 2025  |   Bnews - Divulgação Tiago Di Araújo / Bnews

Publicado em 04/03/2025, às 22h07   Tiago Di Araújo e Yuri Pastori



A apresentadora baiana Rita Batista fez uma avaliação do Carnaval de Salvador em 2025 em entrevista ao BNews, na noite desta terça-feira (04), no Camarote Expresso 2222. 
"Carnaval de Salvador em 2025. Não sou eu que tô dizendo, mas foi o Guinness Book quem registrou, que é o maior carnaval de trio do mundo. E isso nos orgulha porque, afinal de contas, esse ano é tão especial, 75 anos dessa invenção de Dodô e Osmar, aperfeiçoada por seu Orlando Tapajós. Então fico muitíssimo feliz da gente colocar a nossa cidade, a capital da Bahia pontuada, né, entre os grandes e com essa repercussão. Então, o Carnaval de Salvador foi grandioso, foi porque tá acabando, né, a gente já tá falando aqui na terça-feira, então é e foi grandioso", afirmou.
Ela comentou o desentendimento entre os cantores Tony Salles e Daniela Mercury. A rainha do Axé se incomodou com a proximidade do trio de Tony do carro dela no final do circuito em Ondina, o que, segundo ela, a impediu de concluir a sua apresentação devido ao choque de sons de um trio e outro.
"E tomara que 2025 a gente já apare as arestas, menos treta, né, cantores e cantoras, menos confusão, mais alegria, mais condição de trabalho para as pessoas que carregam o Carnaval nas costas delas, que são os cordeiros, as cordeiras, os ambulantes, as pessoas que trabalham nas armações desses camarotes que a gente usufrui, no transporte público. Então é isso que eu quero, sabe? Eu acho que vai ser massa se a gente continuar desse jeito, no caminho certo", pontuou. 
Rita ressaltou a importância dos blocos afros para o Carnaval de Salvador e ainda comentou sobre a sua fantasia.
"Então, eu tô aqui de Ilê Aiyê. Ontem eu tava de cortejo afro, eu saí no Ilê Ayê no sábado. Hoje eu tentei ir, mas aí não vou, não vai dar tempo porque eu tô aqui ainda e o Ilê tá saindo lá na Avenida. Mas eu acho importantíssimo a gente valorizar os blocos afros, participar dos blocos afros na sua inteireza, não só no Carnaval, conhecer, cada bloco afro nasceu dentro de um terreiro de candomblé, que tem projetos sociais e tem escola e fomenta arte, educação e a gente precisa entender a grandiosidade dos blocos afros, que não é só o ritmo, a batida, o samba reggae, que já é um bocado de coisa, as letras que nos fazem viajar pelo universo da história do mundo, mas porque movimenta a vida das pessoas, modifica a vida das pessoas", concluiu.
Assista:

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