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Ministério Público denuncia Belo e Gracyanne; saiba motivo

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O Ministério Público de São Paulo denunciou o, agora, ex-casal; entenda  |   Bnews - Divulgação Reprodução/ Instagram
Juliana Barbosa

por Juliana Barbosa

juliana.barbosa@bnews.com.br

Publicado em 09/08/2024, às 07h41



O Ministério Público de São Paulo apresentou uma denúncia contra o cantor Belo e a influenciadora Gracyanne Barbosa, acusando o ex-casal de suposta apropriação indevida de diversos itens pertencentes a uma mansão alugada. A denúncia foi aceita pela Justiça no dia 4 de julho deste ano. As informações são do colunista Peterson Renato, do Hora TOP TV.

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Os documentos da ação indicam que, em 8 de outubro de 2019, em local não especificado na cidade de São Paulo, Belo, Gracyanne e o empresário Nelson Trajano de Ataíde teriam se apropriado de diversos bens móveis. Entre os itens listados estão um filtro de água avaliado em R$ 2 mil, uma máquina de lavar de R$ 500, um motor de hidromassagem no valor de R$ 3.799,90, um micro-ondas de R$ 600 e um telefone sem fio avaliado em R$ 390,88.

Esses objetos pertenciam ao proprietário de um imóvel mobiliado localizado no bairro Planalto Paulista, São Paulo. O imóvel foi locado em 9 de novembro de 2011 para a empresa Central de Shows e Eventos, com o contrato sendo assinado por Nelson Trajano de Ataíde, permitindo que Belo e Gracyanne morassem na propriedade.

A situação se agravou a partir de dezembro de 2018, quando os pagamentos dos aluguéis e das contas de energia e água deixaram de ser efetuados. Diante disso, uma ação de despejo foi ajuizada. Em 8 de outubro de 2019, um oficial de Justiça compareceu ao endereço para executar a ordem de despejo, mas encontrou o imóvel vazio. Vizinhos relataram que o casal havia se mudado durante a madrugada.

Durante as investigações, o Ministério Público tentou intimar Belo e Gracyanne. Investigadores entregaram a intimação ao porteiro do edifício onde o casal residia, mas ambos não compareceram na data agendada para as oitivas.

A juíza Eva Lobo Chaib Dias Jorge, da 12ª Vara Criminal da Barra Funda, São Paulo, ao analisar o caso, afirmou: “Havendo indícios suficientes de autoria e materialidade, assim como as condições e pressupostos necessários para a instauração da ação penal, recebo a denúncia com relação ao(s) indiciado(s) Marcelo Pires Vieira [Belo], Gracyanne Jacobina Barbosa Vieira e Nelson Trajano de Ataíde”.

Com a decisão, a magistrada determinou que Belo e Gracyanne sejam citados e apresentem resposta à acusação no prazo de 10 dias. No entanto, no dia 19 de julho, a juíza julgou extinta a punibilidade de Nelson Trajano devido a sua morte.

Classificação Indicativa: Livre

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