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MP entra no caso Payet e Larissa Ferrari e pede medidas protetivas; saiba detalhes

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O Ministério Público do Rio de Janeiro se manifesta sobre medidas protetivas em caso de agressão envolvendo Larissa Ferrari e Dimitri Payet.  |   Bnews - Divulgação Reprodução / Instagram
Andreza Oliveira

por Andreza Oliveira

Publicado em 09/05/2025, às 14h55



A polêmica entre a advogada Larissa Ferrari e o jogador do Vasco Dimitri Payet ganhou mais um episódio. Desta vez, o Ministério Público do Rio de Janeiro se envolveu no caso e, na quinta-feira (8), opinou pela concessão das medidas protetivas em face do atleta. 


De acordo com a coluna Fábia Oliveira, do site Metrópoles, o promotor de justiça que assina a manifestação entendeu pela importância de aplicar a legislação que busca proteger as vítimas de violência doméstica e familiar contra a mulher. No entanto, o pronunciamento do órgão é meramente opinativo. O que significa que seguir seu posicionamento não é uma imposição. 


A decisão acerca do deferimento ou não das medidas protetivas cabe ao juiz ou juíza do caso. A manifestação do Ministério Público, neste contexto, pode auxiliar o titular da vara criminal a tomar sua decisão. 


Paralelo a opinião pela concessão das protetivas, o MPRJ tece considerações pouco favoráveis à advogada. O promotor destaca que ela alega ter morado no Rio  de Janeiro em seus relatos. Entretanto, a alegação não é verdadeira. 


Em complemento, a loira diz que chegou a trabalhar no estado carioca. A afirmação também também seria infundada, uma vez que a suposta vítima não apresentou contratos de trabalho ou documentos similares. 


Larissa teria anexado fotos para embasar o relato, sem qualquer indicação de onde elas teriam sido feitas. O representante do MP, ao tecer as considerações, opinou pela remessa do caso a uma das varas do Município de União da Vitória, no Estado do Paraná.


Nas manifestações, a loira disse que, na verdade, residiria no município. O  chamado “declínio de competência”, se deferido, fará com que seu processo seja apreciado e julgado em outro lugar. A defesa de Ferrari, já alegou que o caso continue sendo tramitado no Rio. 


Mesmo compreendendo que o caso deve ser conduzido em outras bandas, o promotor de justiça opinou pelo deferimento imediato das medidas protetivas para proteger a suposta vítima. De acordo com ele , garantir o cuidado e proteção é uma decisão que exige urgência. 

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