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O guitarrista Digão, de 54 anos, integrante da banda Raimundos, foi detonado nas redes sociais neste domingo (29) após publicar um comentário considerado ofensivo e debochado sobre a morte de Juliana Marins, de 26 anos. A brasileira caiu de um penhasco durante uma trilha no Monte Rinjani, na Indonésia, e teve seu corpo resgatado cinco dias depois. As informações são da revista Quem.
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Nos stories do Instagram, o músico compartilhou a imagem da mochila usada por Juliana — que trazia um adesivo com a frase “Ele Não”, símbolo do movimento contra o ex-presidente Jair Bolsonaro — e escreveu:
“Quando o mundo dá a volta, não adianta chorar e fingir surpresa… #ELESIM mandou o f*dase pra vocês”, em referência ao atual presidente, Luiz Inácio Lula da Silva.
Bolsonarista Digão, da banda Raimundos, atacou Juliana Marins, vítima de um acidente fatal em um vulcão na Indonésia. Um verdadeiro canalha! Lixo humano! pic.twitter.com/WvzonYVDVg
— Lázaro Rosa 🇧🇷 (@lazarorosa25) June 29, 2025
A publicação causou indignação. Internautas classificaram a atitude como desumana e sem empatia diante da tragédia.
“Que ridículo isso, o que tem a ver lado político nessa hora? Realmente o ser humano é podre por dentro. Se ela apoiava ou não algum partido, isso não faz diferença nenhuma agora. Foi uma vida que foi embora”, escreveu uma usuária no X (antigo Twitter).
Outra pessoa comentou:
“Eu li tanta coisa horrenda sobre esta menina depois que descobriram o #EleNão na mochila. Se dói em mim ver tanto ódio, imagina a família vê a memória dela sendo atacada por pessoas que vangloriam o desastre e a negligência com a vida dela.”
O ator Felipe Solari também se manifestou nas redes:
“Quando eu olho pra Digão e Rodolfo do Raimundos, fica claro quem seguiu um caminho de luz e quem seguiu um caminho nublado.”
Quando eu olho pra Digão e Rodolfo do RAIMUNDOS. Fica claro pra mim, quem seguiu um caminho de luz e paz, e quem seguiu um caminho nublado. E não to falando de política não... tô falando de escolha e visão de vida. https://t.co/XgTeoWv9o0
— Felipe Solari (@felipesolari) June 29, 2025
Tragédia no Monte Rinjani
Juliana Marins estava em uma trilha rumo ao cume do Monte Rinjani, conhecido por sua beleza, mas também pelos riscos. Ela teria se separado do grupo e do guia após relatar cansaço e caiu cerca de 300 metros de um trecho íngreme, na sexta-feira (20).
As condições climáticas dificultaram o resgate. A visibilidade estava comprometida e a corda levada pelas equipes era curta demais para alcançar o local da queda. O corpo de Juliana foi localizado apenas cinco dias depois, já sem vida. Três equipes participaram da operação.
A morte da jovem mobilizou amigos, familiares e internautas, que pedem respeito à sua memória e questionam a conduta de figuras públicas que transformam tragédias em motivo de provocação política.
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