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Natanzinho Lima confessa uso de estimulantes antes dos shows e relata episódio de crise após mistura perigosa

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Natanzinho Lima admitiu o uso de medicamentos antes de subir no palco  |   Bnews - Divulgação Reprodução / Redes Sociais
Andreza Oliveira

por Andreza Oliveira

Publicado em 23/05/2026, às 13h09



O cantor Natanzinho Lima, de 23 anos, contou que teve uma crise depois de misturar medicamentos psiquiátricos com bebidas alcoólicas e cigarros. Além disso, ele admitiu que costuma ingerir o estimulante antes de subir ao palco. 


Natanzinho disse que o episódio de crise aconteceu depois de uma festa na casa da dupla Henrique e Juliano. No dia, ele havia ingerido bebidas alcoólicas e fumou depois de consumir a dosagem  mais alta do remédio Venvanse, que é correspondente a 70mg. Ele relatou ter acordado no outro dia com o coração acelerado e dor no peito. 


“Um dia lá, eu fumei uns 15 cigarros. Eu nem fumo, mano. Cheguei no outro dia, o coração doendo, a boca seca, o pulmão… e uma arritmia do cão. Eu disse: eu vou morrer hoje!”, disse o artista durante sua participação no Podpah na última quarta-feira (20). 


No momento em que falou sobre a rotina de shows, ele contou que faz uso do medicamento antes das apresentações. “Tomo a pílula antes do show. O Venvanse. O primeiro que eu tomei foi o de 70mg. Ave maria. Esse negócio é massa demais. Dá uma vontade de viver, uma alegria tão grande“, refletiu.


O Venvase é um medicamento de tarja preta, que é utilizado no tratamento de TDAH e compulsão alimentar, vendido sob prescrição médica com retenção de receita. 


O sergipano também destacou que tem um problema no coração e, por esta razão, evita algumas combinações, como energético ou água de coco com whisky, já que a pressão costuma baixar.


Ele também relembrou o contato com outros estimulantes quando ainda era criança e citou o rebite, que é uma droga à base de anfetaminas geralmente usada de forma ilícita por motoristas para inibir o sono e reduzir o cansaço.


“A pílula dos caminhoneiro é outra, posso falar? É o rebite. Eu tomei a primeira vez eu tinha 12 anos. Na minha vida toda, eu tomei cinco vezes. Lá é normal. Mas depois foi morrendo os caminhoneiro na minha família. Que Deus os tenha”, contou.

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