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A Justiça do Rio Grande do Sul emitiu uma ordem para a remoção de publicações do humorista Nego Di no Facebook devido à disseminação de notícias falsas sobre as operações de resgate às vítimas das enchentes em Canoas.
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As publicações questionadas afirmavam que autoridades estavam impedindo o uso de barcos e jet skis particulares para socorro, alegando falta de habilitação dos condutores. A decisão destaca que tais alegações falsas podem prejudicar os esforços de socorro e gerar insegurança na população em um momento crítico de calamidade pública.
Além da remoção das postagens, a decisão inclui uma proibição para Nego Di de repetir tais alegações, sob pena de multa diária de R$ 100 mil. Em resposta, o humorista ignorou a decisão judicial em um novo vídeo postado em suas redes sociais, neste domingo (12) acusando o governo, a Justiça e a Rede Globo de tentarem censurá-lo. Em seu discurso, ele acusou aqueles que o acusam de disseminar notícias falsas como os verdadeiros responsáveis por espalhar mentiras.
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Entre as denúncias falsas compartilhadas por Nego Di, estão imagens de corpos boiando em Canoas, que na verdade eram de uma tragédia no Rio de Janeiro, e vídeos que alegavam falta de distribuição de mantimentos, desmentidos por voluntários que mostraram o contrário. O humorista justificou suas alegações afirmando que foram suas denúncias que resolveram tais situações, embora muitas delas tenham sido desmentidas.
Em seu vídeo, Nego Di também lançou novas fake news, como relatos de 3 mil pessoas mortas em Canoas, contradizendo os números oficiais da Defesa Civil. Ele ainda enfatizou um discurso anti-Estado, com o intuito de causar pânico pra jogar a culpa no governo.
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