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O novo filme do Superman, que estreou nos cinemas brasileiros, nesta quinta-feira (10), tem gerado polêmica entre os apoiadores do presidente Donald Trump, nos Estados Unidos.
Dirigido por James Gunn e estrelado por David Corenswet, o longa apresenta uma abordagem mais humanizada e política do herói, o que levou parte do público conservador a acusá-lo de promover uma visão "woke".
Logo no início do filme, o Superman aparece ferido e ensanguentado em um deserto ártico. Para Gunn, essa imagem simboliza os Estados Unidos em um momento frágil, mas ainda comprometido com o bem.
“Temos um Superman agredido no início. Esse é o nosso país”, afirmou Gunn, explicando que o foco do novo filme é a bondade humana e a proteção dos mais fracos, mesmo que isso traga consequências negativas para o herói.
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O diretor, que já criticou publicamente Donald Trump, também declarou ao jornal britânico The Times que o filme é “sobre política, sim, mas também sobre a bondade humana”. Segundo Gunn, haverá quem se ofenda com essa mensagem, “mas que se danem”.
As falas do cineasta incomodaram figuras da direita americana, que acusam o filme de tentar impor uma agenda progressista. A apresentadora Kellyanne Conway, da Fox News, criticou a produção no programa The Five, dizendo: “Não vamos ao cinema para ouvir sermões e para que alguém nos imponha sua ideologia”.
Diante das críticas, alguns comentaristas conservadores chegaram a pedir boicote ao filme. Ainda assim, a expectativa de bilheteria do filme do homem de aço para a primeira semana é alta e os debates acerca da abordagem do herói podem ajudar a impulsionar a visibilidade da produção.
Assista:
Os estadunidenses vão começar a boicotar o Superman chamando ele de Woke após o James Gunn falar o que o Superman é: um imigrante?#Superman pic.twitter.com/uNJp8AtV4H
— DC Brasil (@_DCCBRASIL) July 7, 2025
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