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Uma dívida reconhecida pela Justiça pode levar a mansão de Ana Hickmann, em Itu, no interior de São Paulo, a um leilão judicial. O imóvel, avaliado em R$ 35 milhões, entrou no processo como forma de garantir o pagamento de R$ 750 mil que ainda não foram quitados. As informações são do portal O Globo.
A cobrança foi feita por Danielle Murayama Fujisaki contra a Hickmann Serviços Ltda., empresa ligada à apresentadora. Como o valor não foi pago, a Justiça autorizou que a mansão seja colocada à venda para cobrir a dívida.
A decisão é da 44ª Vara Cível do Foro Central de São Paulo. O leilão deverá acontecer pela internet. Quem comprar o imóvel terá que pagar o valor total em até 24 horas depois do arremate e a comissão de 5% do leiloeiro.
Caso a mansão seja vendida por um valor maior do que a dívida, o dinheiro que sobrar deverá ser devolvido aos responsáveis pelo imóvel, conforme prevê a decisão judicial.
Segundo a advogada Mayara Barbieri, especialista em direito imobiliário, situações como essa mostram que o leilão não é uma escolha do dono do imóvel. "Quando um imóvel pertence a mais de uma pessoa, ele deixa de ser um ativo livre. Qualquer decisão sobre venda ou alienação exige consenso. Na ausência desse acordo, o Judiciário pode intervir para preservar o direito dos credores", explica.
A especialista também afirma que o caso derruba a ideia de que apenas pessoas com poucos bens passam por esse tipo de situação. "Casos de grande repercussão mostram que nem mesmo patrimônios de alto valor estão imunes. O direito imobiliário é técnico e se aplica da mesma forma, independentemente do perfil do proprietário", pontua.
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