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Nesta terça-feira (22), a Polícia Civil do Rio de Janeiro publicou em suas redes sociais uma nota oficial detalhando a operação realizada na noite anterior no bairro do Joá, zona oeste da cidade, que resultou em confronto entre agentes e suspeitos ligados ao Comando Vermelho. O rapper Mauro Davi Nepomuceno, conhecido como Oruam, usou as redes sociais para denunciar uma suposta perseguição policial contra sua residência.
Segundo a Polícia Civil, os agentes da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) receberam informações de inteligência indicando que um adolescente infrator — apontado como um dos principais roubadores de veículos do estado e segurança do traficante Edgar Alves de Andrade, o "Doca" — estava escondido em uma casa de luxo no Joá. Ao chegarem ao local em uma viatura descaracterizada, os policiais abordaram o adolescente e outras quatro pessoas que saíam da residência, apreendendo pertences como um celular e um cordão.
A situação se agravou quando o morador da casa e mais oito pessoas surgiram na varanda, xingando e jogando pedras contra os agentes. "Um dos policiais ficou ferido durante o ataque", informou a corporação. Entre os agressores, um homem chegou a se identificar como filho de Márcio dos Santos Nepomuceno, o “Marcinho VP”, um dos líderes do Comando Vermelho, numa tentativa de intimidação.
Em vídeos divulgados pelo próprio Oruam, ele afirma que mais de 20 viaturas policiais estavam em sua porta, e pede apoio de fãs e aliados: “Quem tiver de moto no Joá, me ajuda, eles estão aqui na minha porta às 23h da noite’’. O rapper, que é filho de Marcinho VP, fez declarações contundentes contra a polícia: “Eu quero ver vocês me pegarem aqui dentro do Complexo. Não vai me pegar! Vai tomar no cu. Eu sou filho do Marcinho, seus filhos da p***”.
Nas imagens compartilhadas, policiais rendem homens do lado de fora da casa, com um deles resistindo e sendo agredido por uma policial. Dentro do imóvel, agentes aparecem imobilizando um homem no chão. Após a operação, Oruam fugiu para o Complexo da Penha, onde continuou ameaçando a polícia, segundo as autoridades.
O suspeito foi preso em flagrante durante a ação e autuado por “desacato, resistência qualificada, lesão corporal, ameaça, dano e associação para o tráfico”. Ele também foi indiciado pela ligação com o Comando Vermelho.
A Polícia Civil reforça que esta é a segunda vez em menos de seis meses que um integrante da facção é encontrado na mesma residência no Joá, e destaca que não houve “invasão” no local, ressaltando que a operação seguiu todos os protocolos legais.
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