Entretenimento
por Antonio Dilson Neto
Publicado em 04/04/2026, às 12h12
A atriz Meryl Streep afirmou que enfrentou resistência da indústria para viabilizar o primeiro filme de O Diabo Veste Prada, citando o machismo como um dos principais obstáculos à época do lançamento.
Em entrevista ao The Late Show with Stephen Colbert, a artista revelou que o longa, lançado em 2006, foi tratado como um “filme de mulherzinha”, o que dificultou a obtenção de orçamento para a adaptação do livro de Lauren Weisberger.
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Vinte anos atrás, era classificado como um ‘filme de mulherzinha’, e essa classificação não se sustentou bem depois de produções como Barbie e Mamma Mia!”, afirmou.
Segundo Streep, a equipe precisou trabalhar com recursos limitados. A atriz ainda comparou a situação com a de Barbie, dirigida por Greta Gerwig, indicando que a disparidade de investimentos em produções lideradas por mulheres ainda persiste.
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Duas décadas depois, Meryl Streep retorna ao papel de Miranda Priestly na sequência O Diabo Veste Prada 2, ao lado de Anne Hathaway, Emily Blunt e Stanley Tucci.
O novo longa também contará com nomes como Simone Ashley, Lucy Liu, Justin Theroux, Kenneth Branagh e Patrick Brammall. A estreia no Brasil está prevista para 30 de abril.
Classificação Indicativa: Livre
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