Entretenimento
Publicado em 18/09/2024, às 11h47 - Atualizado às 11h47 Tiago Di Araújo e Daniel Serrano
O Carnaval de Salvador é considerada a maior festa de rua do mundo e tem atraído cada ano mais gente, seja baianos ou turistas, ao longo dos mais de seis dias de folia. Porém, o volume de pessoas aumenta também uma discussão sobre os espaços divididos para o folião pipoca, os blocos e os camarotes que estão cada vez maiores.
Apesar de ser visto por muitos como um espaço para segregação na festa, os camarotes ainda ganha apoio do empresariado e também de artistas. O cantor Ricardo Chaves, por exemplo, é um dos nomes da música baiana que não enxerga problema na participação dos locais privados na folia.
Em discurso no VI Fórum do Carnaval de Salvador, realizado na manhã desta quarta-feira (18), no WISH Hotel da Bahia, ele afirmou não se pode ver os camarotes como vilões da festa.
"O camarote não é um vilão do Carnaval de Salvador, não pode se encarar como um vilão do Carnaval de Salvador. O camarote nada mais é do que mais uma alternativa para o folião que tem a condição".
No entanto, o cantor reforça que todos os espaços e modelos para quem vai curtir a festa precisam ser preservados com suas particularidades. "Ele [o camarote] não pode acabar com a rua. Quando o camarote acaba com a rua, quando qualquer coisa acaba com a rua, ele passa a ser prejudicial ao Carnaval. Mas aí vai de novo no que eu falei. Ao invés de corrigir a rua, se criminaliza o Carnaval, se criminaliza o camarote. Então assim, me incomoda muito ainda a questão de se criminalizar qualquer iniciativa privada no Carnaval", enfatizou.
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