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Sem voz há um mês, Luciana Gimenez sofre com sequelas de cirurgia; saiba o que aconteceu

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Apesar das limitações, Luciana Gimenez se recusa a se vitimizar e fala sobre a importância de seguir em frente.  |   Bnews - Divulgação Reprodução Redes sociais
Juliana Barbosa

por Juliana Barbosa

juliana.barbosa@bnews.com.br

Publicado em 28/04/2025, às 11h59



Dois meses após passar por uma cirurgia de emergência na coluna cervical, Luciana Gimenez ainda enfrenta as consequências físicas e emocionais do procedimento. A apresentadora continua lidando com a rouquidão, uma das sequelas que mais a afetam. As informações são do portal Notícias da TV. 

Durante sua participação no Troféu Imprensa, Luciana abriu o coração em entrevista à revista Quem: 

"Não estou ainda 100%. Minha voz ainda está prejudicada. É um processo, e na vida a gente tem que lidar com as cartas que nos são dadas. Não tem escolha. Não escolhi ter uma hérnia na cervical. Quando a gente chega em casa, a gente chora, mas está tudo bem", contou. 

Apesar da limitação na voz, a apresentadora do SuperPop não pretende se afastar de seus compromissos. Reconhecendo a dificuldade do momento, ela desabafou: 

"É bem frustrante! Eu me irrito porque quero a minha voz. Mas acho que só posso aprender a ter paciência e resiliência." 

Em busca de recuperação completa, Luciana tem feito acompanhamento com uma fonoaudióloga e se dedica a uma rotina de exercícios vocais. 

"Tem que fazer alguns exercícios bem chatos, mas é a vida. Muitas pessoas já perderam a voz. A coluna demora um tempo para zerar e a voz é um tempo para zerar," relatou. 

Consequências do acidente 

A cirurgia pela qual Luciana passou em março foi motivada por uma hérnia de disco na vértebra C6, causada por um acidente de esqui em 2023 nos Estados Unidos. O problema afetou diretamente os nervos responsáveis pelos movimentos dos braços. 

Ao refletir sobre o processo de recuperação, a apresentadora destacou sua postura resiliente: 

"Foram dois anos bastante desafiadores. Quando mexe com saúde, a gente fica chateada. Sou extremamente resiliente. Isso é uma das minhas principais características. Quando a gente tem um problema grave, tem que ver o melhor problema de lidar com isso e ir para frente." 

Mesmo com as dificuldades, ela não se deixa abater: 

"Não dá para ficar em casa para sempre. A gente tem que viver, criar filho... Tento fazer tudo o que eu tenho vontade. Não gosto de me vitimizar. Assim que eu estiver 100%, vou sair gritando por aí," afirmou. 

Luciana também relatou o apoio que tem recebido: 

"Recebi mensagens de várias pessoas que tiveram essa hérnia, que é muito dolorida. As pessoas que tiveram simpatizaram e mandaram mensagens. Dói, pinça e é irritante," lamentou. 

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