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Suposta parceria de Lula com CEO da Havaianas ressurge após propaganda com Fernanda Torres

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Empresário teria tido participação estratégica nas estratégias do governo Lula  |   Bnews - Divulgação Reprodução/Marcelo Camargo/Agência Brasil/Redes Sociais
Edgar Luz

por Edgar Luz

edgar.luz@bnews.com.br

Publicado em 21/12/2025, às 21h14



O CEO da Havaianas, Liel Marcio Cintra Miranda, tem um histórico recente de participação em instâncias estratégicas do Governo Federal. Ele teria sido designado membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável (CDESS), apelidado de Conselhão, em um decreto assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no dia 4 de maio de 2023. As informações são do portal Pleno.News.

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Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil... Leia mais em https://www.cartacapital.com.br/economia/padilha-internacao-de-lula-nao-impede-a-aprovacao-do-corte-de-gastos/. O conteúdo de CartaCapital está protegido pela legislação brasileira sobre direito autoral. Essa defesa é necessária para manter o jornalismo corajoso e transparente de CartaCapital vivo e acessível a todos

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O colegiado tinha como função assessorar o governo em políticas econômicas, sociais e estratégicas, reunindo empresários e especialistas de diversos setores. Pouco mais de um ano depois, Miranda deixou o Conselhão, em 25 de junho de 2024, quando saiu da presidência brasileira da Mondelez Internacional.

O executivo manteve, porém, visibilidade no meio empresarial e voltou a ser lembrado pela imprensa e pelo público em discussões sobre decisões corporativas e posicionamentos políticos de grandes marcas.

O histórico de Miranda voltou à tona recentemente em meio a críticas à Havaianas por uma campanha publicitária com a atriz Fernanda Torres. Na peça, Torres diz: “Desculpa, mas eu não quero que você comece o ano com o pé direito”, frase interpretada por parte do público como posicionamento político.

A repercussão levou a marca a bloquear comentários nas redes sociais e gerou críticas de políticos e internautas de direita, que chegaram a incentivar boicotes.

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