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Tensão! Mulher exposta em avião diz: “Estão perguntando onde moro”

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Bancária relata pressão após ser filmada e exposta em voo ao recusar trocar de lugar com criança que fazia birra  |   Bnews - Divulgação Reprodução Redes sociais
Juliana Barbosa

por Juliana Barbosa

juliana.barbosa@bnews.com.br

Publicado em 06/12/2024, às 11h46



O que era para ser um voo tranquilo do Rio de Janeiro para Belo Horizonte se transformou em um episódio de estresse para Jeniffer Castro. A bancária, que estava a bordo de um voo de menos de uma hora, foi filmada por uma passageira após se recusar a ceder sua poltrona da janela para um menino que estava chorando e fez um escândalo. A situação gerou polêmica nas redes sociais, com reações divididas entre apoio e críticas.

Em entrevista ao programa Encontro, de Patrícia Poeta, nesta sexta-feira (6), Jeniffer contou os detalhes do ocorrido. Ela relatou que, ao chegar ao seu assento, o menino já estava sentado no seu lugar. Quando a situação foi explicada, a criança se recusou a sair e ficou chorando, querendo trocar de lugar para ficar ao lado da avó, que estava ao lado de Jeniffer.

"Ele queria o meu assento. Pelo que entendi, ele queria viajar do lado da avó, mas tinha outros lugares no voo. Ele chorou o voo inteiro, continuou a birra e foi aí que ela [mãe] começou a gravar", explicou Jeniffer.

A bancária também comentou sobre o impacto nas redes sociais. "Está sendo muito novo para mim, eu não era conhecida e, do nada, veio esse tanto de seguidor. Eu estou vendo todos os comentários, e tem alguns haters também", disse. Jeniffer confessou que, embora tenha recebido muito apoio, está com medo das reações negativas.

"Estou com medo da minha segurança, de alguém fazer algo comigo ou com a minha família", revelou "Está todo mundo mensagem para mim, perguntando onde eu moro”.

E quem pensa que depois de parar de gravar a mãe do menino deu uma pausa, engana-se: “Quando eu fui pegar a mala, ela falou assim: ‘Agora você levanta, né, sua imbecil’. E a companhia hora nenhuma perguntou se eu precisava de alguma ajuda. Eu mandei mensagem para eles [a companhia aérea] eles falaram que eu não havia solicitado nenhuma ajuda”, recordou, afirmando que está tomando as medidas judiciais.

A situação gerou discussões sobre os direitos dos passageiros, uma vez que a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) afirma que a troca de poltronas só deve ocorrer por motivos de segurança. Jeniffer, portanto, não tinha a obrigação de ceder seu lugar à criança, especialmente considerando que a troca de assento não afetava a segurança do voo.

Nas redes sociais, a maioria dos internautas se mostrou solidária à jovem, criticando a atitude da mãe da criança. "A moça está mais do que certa. Ela pagou pelo lugar na janela e não tem obrigação nenhuma de ceder por causa de criança mimada", opinou um usuário.

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