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TRETA NA JUSTIÇA! Choquei e dono do perfil processam Danilo Gentili em caso envolvendo morte

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Página e seu criador pedem indenização e retratação, alegando que Danilo Gentili fez acusações sem respaldo e prejudicou reputação nas redes  |   Bnews - Divulgação Reprodução / Redes Sociais / SBT
Tiago Di Araújo

por Tiago Di Araújo

tiago@bnews.com.br

Publicado em 21/04/2026, às 17h41



O apresentador Danilo Gentili passou a responder a uma ação judicial movida pela página Choquei e por seu criador, Raphael Sousa Oliveira. As informações foram divulgadas pela colunista Fábia Oliveira.

O processo foi protocolado em fevereiro e tem como base uma série de publicações feitas por Gentili nas redes sociais desde 2023. Segundo os autores, o humorista teria feito acusações reiteradas contra a página, associando o perfil à morte da jovem Jéssica Canedo, caso que ganhou grande repercussão nacional.

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Reprodução/Instagram

Na época, a jovem morreu após a circulação de uma informação falsa envolvendo um suposto relacionamento com o humorista Whindersson Nunes. A Choquei chegou a compartilhar conteúdos sobre o tema, mas sustenta na Justiça que não teve responsabilidade direta pela tragédia, argumento que, segundo a defesa, também foi apontado nas investigações.

Ainda de acordo com a ação, Danilo Gentili teria ultrapassado o limite da crítica ao acusar publicamente a página de ter causado a morte da jovem e ao incentivar seguidores a reforçarem esse tipo de narrativa nas redes sociais. Para os autores, as declarações configuram calúnia e causam prejuízos à imagem e credibilidade do perfil, além de afetar diretamente a segurança e a atividade profissional de Raphael Sousa Oliveira.

Na ação, a empresa responsável pela página pede indenização de R$ 100 mil por danos morais, enquanto o criador solicita R$ 30 mil. Também foi solicitado que o apresentador apague publicações consideradas ofensivas e faça uma retratação pública.

Um pedido liminar para retirada imediata de cerca de 20 postagens chegou a ser apresentado, mas foi negado pela Justiça em decisão proferida no mês de abril. O caso segue em tramitação e ainda não há decisão definitiva sobre o mérito.

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