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O ucraniano-americano Leonid Radvinsky, dono do OnlyFans, surpreendeu ao anunciar que pretende vender a plataforma, mesmo após um 2024 histórico em resultados. O empresário avalia a companhia em cerca de US$ 8 bilhões.
A decisão chama atenção porque o serviço bateu recordes: foram 377,5 milhões de assinantes pagantes, um crescimento de 24% em relação ao ano anterior. Só no último ano, a empresa distribuiu US$ 5,6 bilhões aos criadores de conteúdo, enquanto Radvinsky embolsou um dividendo recorde de US$ 701 milhões.
O sucesso não veio apenas do conteúdo adulto, marca registrada da plataforma, mas também da diversificação. O OnlyFans tem atraído figuras de outras áreas, como o surfista Pedro Scooby, no Brasil, e a comediante Whitney Cummings, nos Estados Unidos.
Para a CEO Keily Blair, a estratégia consolidou a plataforma como “um elemento fundamental da economia dos criadores”, expandindo sua relevância para além da pornografia. Atualmente, o site reúne 4,6 milhões de produtores de conteúdo.
Mesmo assim, especialistas acreditam que Radvinsky pode estar aproveitando o pico de valorização do negócio para negociar, ou buscando ampliar seus investimentos em outros setores. Hoje, a plataforma opera com menos de 50 funcionários fixos e terceiriza parte da moderação.
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