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Veja os famosos que se deram bem e os que se deram mal nas eleições de 2024

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Influenciadores, ex-atletas e famosos na disputa – Quem venceu e quem perdeu  |   Bnews - Divulgação Reprodução Redes Sociais
Juliana Barbosa

por Juliana Barbosa

juliana.barbosa@bnews.com.br

Publicado em 07/10/2024, às 08h12



As Eleições 2024 foram marcadas pela participação de várias celebridades brasileiras, entre influenciadores, jornalistas, ex-atletas e atores, que buscaram cargos como vereadores, prefeitos e vice-prefeitos em diferentes cidades. No entanto, o desempenho variou: alguns conseguiram se eleger, enquanto outros acabaram derrotados ou ficaram na suplência. Confira quem se deu bem e quem ficou pelo caminho neste domingo (6). 

Derrotados

José Luiz Datena (PSDB)

 O apresentador de TV José Luiz Datena (PSDB) disputou o cargo de prefeito de São Paulo e terminou em 5º lugar, com apenas 1,84% dos votos. Datena, que obteve 112.344 votos, afirmou que não apoiará nenhum candidato no segundo turno e declarou que não pretende continuar na política.

Mara Viana

A ex-BBB Mara Viana, vencedora do Big Brother Brasil 2006, concorreu como vice-prefeita de Porto Seguro (BA) na chapa de Luigi Rotunno (PSDB). O duo terminou em 3º lugar, com 12.031 votos, sendo derrotados por Janio Natal (PL).

 William Remelexo

O irmão do cantor sertanejo Gusttavo Lima, William Remelexo (PL), perdeu a eleição para vereador na cidade de Patos de Minas, no interior de Minas Gerais. O candidato, que também é artista, participou como vocalista na Banda Remelexo, teve 412 votos.

Cristina Prochaska (PSOL)

 A atriz e jornalista Cristina Prochaska, que ganhou destaque em novelas como "Vale Tudo" e "Direito de Amar", tentou a prefeitura de Ubatuba (SP), mas obteve apenas 402 votos, representando 0,77% do total.

Alexandre Correa (Avante)

O empresário e ex-marido da apresentadora Ana Hickmann, Alexandre Correa, tentou uma vaga de vereador em São Paulo. Recebendo 2.246 votos, ele não se elegeu, e sua campanha foi marcada por polêmicas envolvendo um divórcio conturbado, com denúncia de violência doméstica.

Welington Camargo (Avante)

O irmão dos sertanejos Zezé Di Camargo e Luciano também não teve sucesso nas urnas. Welington, que foi vítima de um sequestro em 1998, obteve apenas 746 votos em Goiânia.

Leonora Áquilla (MDB)

Apesar de ter uma quantidade de votos significativos, Léo Áquilla (MDB) não se elegeu. Ela teve 15.958 votos. Vale lembrar que, na noite do dia 26 do mês passado, a candidata afirmou ter sofrido um ataque a tiros na Zona Norte da capital.

Quem se deu bem

Thammy Miranda (PSD)

Filho da cantora Gretchen, Thammy Miranda foi reeleito vereador de São Paulo com 50.234 votos, marcando uma vitória expressiva que superou seu desempenho nas eleições de 2020.

Alexandre Frota (PDT)

 O ator Alexandre Frota foi eleito vereador em Cotia (SP) com 2.893 votos. Após uma carreira política marcada por polêmicas, Frota conseguiu voltar ao cenário como vereador, após tentativas frustradas nas eleições de 2022.

Zoe Martinez (PL)

A influenciadora e comentarista política Zoe Martinez, cubana naturalizada brasileira, foi eleita vereadora de São Paulo com 60.272 votos, conquistando o 13º lugar entre os mais votados.

Ana Carolina Oliveira (Podemos)

A mãe da menina Isabella Nardoni, que foi a segunda vereadora mais votada em São Paulo. Com 100% das urnas apuradas, Ana Carolina já tinha conseguido 129.521 votos na capital paulista, sendo superada apenas pelo direitista Lucas Pavanato (PL), com 161 mil votos.

O crime contra Isabella Nardoni aconteceu na noite de 29 de Março de  2008, quando a menina foi esganada e jogada do apartamento onde o pai - Alexandra Nardoni - morava com a madrasta da menina, Anna Carolina Jatobá. Isabella tinha cinco anos de idade.

Leniel Borel (PP)

Pai do menino Henry Borel, ele foi o oitavo candidato mais votado na eleição para vereador do Rio disputada neste domingo (6). Eleito, ele obteve 34.359 votos, o que equivale a 1,13% do total, e o que o tornou também o candidato mais votado de seu partido na disputa.

O menino Henry Borel, de 4 anos, foi morto em março de 2021, no Rio de Janeiro. A criança estava no apartamento onde morava com a mãe, Monique Medeiros, e o padrasto, o ex-vereador, Jairo Souza Santos, o Jairinho, quando foi levada para o hospital com várias lesões. Segundo o hospital, a criança já chegou morta à unidade de saúde.

De acordo com as investigações da Polícia Civil, a criança morreu por conta de agressões do padrasto e pela omissão da mãe. Um laudo aponta 23 lesões por "ação violenta" no dia da morte de Henry. Monique e Jairinho ainda não foram a júri.

Famosos Suplentes

Algumas celebridades ficaram na suplência, podendo eventualmente assumir os cargos, caso ocorram vacâncias:

Zilu Camargo (União Brasil): A ex-mulher de Zezé Di Camargo teve 4.579 votos e ficou como suplente para o cargo de vereadora em São Paulo.

Joice Hasselmann (Podemos): A jornalista, que foi a mulher mais votada em 2018 para a Câmara dos Deputados, sofreu uma queda acentuada de popularidade, recebendo apenas 1.673 votos e ficando como suplente.

Sérgio Hondjakoff (Cidadania): O eterno Cabeção de Malhação obteve 456 votos para vereador no Rio de Janeiro, também ficando como suplente.

Babu Santana (PSOL): O ator e ex-participante do Big Brother Brasil ficou como suplente na disputa por uma vaga na Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro.

Bebeto (PSD): O ex-jogador de futebol e campeão mundial pela seleção brasileira teve 8.125 votos e também ficou na suplência no Rio de Janeiro.

Mario Gomes (Republicanos)

 O ator Mario Gomes terminou a eleição com 4.492 votos e ficou como suplente no Rio de Janeiro. Recentemente, Gomes enfrentou desafios pessoais e financeiros, chegando a vender sanduíches nas praias cariocas e ser despejado da mansão onde morava com a família.

Marquito (Republicanos)

O humorista Marco Antonio Ricciardelli, conhecido como Marquito, ficou como suplente em São Paulo, com 4.801 votos. Ele já havia passado pela mesma situação em 2012, quando ficou como primeiro suplente na Câmara Municipal.

Classificação Indicativa: Livre

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