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Vídeo: Ex-fazenda diz que não fica mais com homens 'lisos'; saiba quem

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A influenciadora e ex-fazenda afirma que não aceita parceiros que não podem acompanhá-la em suas conquistas e viagens.  |   Bnews - Divulgação Reprodução Record TV
Juliana Barbosa

por Juliana Barbosa

juliana.barbosa@bnews.com.br

Publicado em 24/04/2025, às 12h08



Aline Mineiro não economizou nas palavras durante sua participação no podcast Podshape, apresentado por Juju Salimeni e Diogo Basaglia, nesta quarta-feira (23). A influenciadora relembrou o início da carreira, expôs sua posição sobre relacionamentos e falou abertamente sobre o diagnóstico de transtorno bipolar. 

Ao ser questionada por Juju se já havia sustentado algum parceiro, Aline disparou: “O quê? Eu já paguei... Eu falo isso com propriedade hoje, tá? Com lugar de fala, porque eu já passei muita humilhação na minha vida. Eu não fico com homem 'liso', não fico com homem que não pode me acompanhar. Eu posso me proporcionar hoje. Gente, eu trabalho desde os 14 anos. Eu comecei trabalhando de garçonete de buffet, ganhando 25 reais, trabalhando 12 horas. Eu sei o quanto é difícil ganhar dinheiro, é sofrido, ainda mais lá atrás, né?”. 

Ela também relatou situações em que dividia gastos com ex-companheiros: “Uma pessoa que não pode ir nos lugares que eu frequento. Exemplo: eu quero viajar, a pessoa não pode me acompanhar. Eu vou ficar o quê: deixando de ir, deixando de curtir a minha vida?”. Juju respondeu: “Ou você tem que pagar para a pessoa?”, e Aline completou: “Não vou pagar. Já fiz muito. Agora, os homens vão dizer que a gente pode pagar. Vocês têm que pagar, sim. Têm que proporcionar”. 

Juju também compartilhou que já viveu algo parecido: “Eu já fiz muita coisa dividida. Ia viajar para Europa, o que eu fazia: 50 a 50”. “Mas aí eles não valorizam”, comentou a apresentadora. “Por isso que não fico mais, eles não valorizam. Não estão nem aí”, concluiu Aline. 

Durante a conversa, a ex-Fazenda também abriu o coração sobre o diagnóstico de transtorno bipolar. Ela relembrou o quanto foi difícil compreender a condição e como isso impactava suas atitudes: “Eu fiquei muito confusa. Isso piorou. Naquela época nem se falava. Achavam que estava com espírito maligno. Não tinha informação. Hoje, graças a Deus, tem internet para a gente pesquisar. Tem médico de muita qualidade, e aí eu fui entendendo”. 

“Quando eu entendi o que a doença fazia e mexia com a minha cabeça, em quem a doença me transformava, aí ficou muito mais fácil. Deu um alívio até nas minhas atitudes. Tinha atitudes impulsivas que vinham e eu nem queria fazer, e depois ficava arrependida. Mas hoje está controlado, graças a Deus”, revelou. 

Classificação Indicativa: Livre

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