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Lucas Borbas voltou ao centro de uma polêmica nas redes sociais após revelar que está conhecendo uma nova pessoa, cerca de três meses após a morte da sua esposa, a influenciadora Isabel Veloso. A exposição do novo momento gerou críticas e motivou reações públicas de familiares da influenciadora.
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Uma das manifestações mais diretas veio de Renata Veloso, irmã de Isabel, que respondeu a seguidores ao comentar a postura do viúvo durante o período em que a influenciadora enfrentava problemas de saúde.
“Sim, ele tirou a aliança enquanto ela ainda estava no hospital”, afirmou. Em outra resposta, acrescentou:
“É difícil ver como as pessoas seguem caminhos tão diferentes do que a gente acredita ser o respeito, né? E tem gente que acha que ele estava o tempo todo ao lado respeitando, triste. Quando ela saiu do hospital ele nem cozinhava para ela”, disparou.

Outra crítica partiu de Priscila Kiekow, irmã de Isabel por parte de mãe. Em um comentário nas redes, ela questionou a forma como a memória da influenciadora estaria sendo tratada.
“Sabe o que dói de verdade? Não é o fato de seguir em frente… A vida continua, e isso a gente entende. O que dói, pra nós enquanto familia, é ver atitudes que distorcem o significado de ‘honrar’. Porque honrar não é transformar memória em oportunidade. Não é usar o nome de quem partiu como recurso. Não é buscar retorno onde deveria existir respeito. Existe uma diferença gritante entre manter viva a memória com amor.. e utilizá-la como fonte de benefício próprio. E é isso que é difícil de engolir”, escreveu.

Viúvo se defende após repercussão
Diante das críticas, Lucas Borbas também se pronunciou e questionou os julgamentos sobre o tempo de luto. Segundo ele, o processo é individual e não pode ser medido externamente.
“Muita gente está me julgando porque se passaram 3 meses. Mas desde quando o amor de alguém se mede por um cronômetro? Desde quando existe um prazo universal para o luto?”, escreveu.
O influenciador ainda destacou que esteve presente durante todo o período de doença da esposa. “Eu honrei minha esposa do começo ao fim. Estive presente quando muitos não suportariam estar. Nos hospitais, nas consultas, nas crises, nas madrugadas difíceis e em cada batalha que a doença trouxe”, afirmou.
Ele também defendeu que seguir em frente não significa desrespeito. “Seguir em frente não é traição. Não é esquecimento. Não é falta de amor. É honrar também os últimos desejos de quem partiu”, completou.

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