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"Para mim não foi surpresa", diz Hebert Conceição sobre medalha olímpica; assista

Vagner Souza/ BNews

Publicado em 20/08/2021, às 12h45    Vagner Souza/ BNews    Luiz Felipe Fernandez

A timidez que constrata não só com a alegria e leveza de um jovem de 23 anos, mas com uma mão pesada capaz de derrubar um ucraniano bom de briga. Este é o Hebert Conceição, baiano natural de Salvador que trouxe outro ouro no boxe para a capital baiana em uma disputa emocionante nas Olimpíadas de Tóquio, se consgrando campeão da categoria 75kg. Se para alguns ditos especialistas ele não figurava entre as principais apostas do país para subir ao pódio, para o próprio pugilista a medalha "não foi surpresa".

"Engraçado que eu li algumas matérias antes dos jogos que eu não era favorito ao pódio, não sei por quem teriam sido escritas, mas só para eles que eu não era favorito. Fui medalhista em todas as competições no ano, 4° lugar no ranking mundial, subi no pódio no mundial com 64 atletas, porque não seria candidato nas Olimpíadas? Para mim não foi surpresa", diz o baiano.

Depois de perder os dois rounds, Hebert sabia que só um nocaute poderia fazê-lo arrancar o ouro do adversário. Mas, na sua cabeça, o momento certo iria aparecer e ele saberia usar a técnica a seu favor. 

"Ele é um cara muito forte, de muito bom preparo físico, admirável a forma física que ele se apresenta nas lutas. Eu saberia que ele viria no mesmo ímpeto pois é a sua única estratégia, não tem outros recursos. Eu sou um cara mais técnico, mas se precisar ir para cima, eu sei, tenho outras armas [...] ele só saeb daquilo, não sabe adminsitrar a luta, caminhar para trás, boxear com clareza", explica.

Estes e outros detalhes da luta, da trajetória olímpica e o início da vida profissional estão na entrevista do pugilista ao Arena BNews, do BNews TV, que foi ao ar nesta sexta-feira (20).

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