Esporte
por Cauan Borges e Matheus Simoni
Publicado em 05/01/2026, às 15h50 - Atualizado às 17h00
O presidente do Esporte Clube Vitória, Fábio Mota, voltou a comentar as dificuldades enfrentadas pelo clube no mercado da bola e apontou a limitação financeira como um dos principais entraves para a chegada de reforços, nesta segunda-feira (5), durante entrevista coletiva concedida no Estádio Manoel Barradas, o Barradão.
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De acordo com o dirigente, o cenário atual do futebol brasileiro é marcado por um mercado inflacionado e pela escassez de jogadores disponíveis, o que torna as negociações ainda mais complexas. Mota também destacou que, mesmo quando um atleta está sem contrato, os custos seguem elevados.
Não existe jogador de graça. Quando ele está livre, exige luvas, e o clube acaba pagando do mesmo jeito, ainda que de forma parcelada”, explicou.
O presidente ainda ressaltou que a dificuldade não é exclusiva do Vitória e convidou a observar o comportamento de outros clubes no mercado. Segundo Fábio, as contratações anunciadas até o momento exigiram grande esforço da diretoria.
“Nas quatro contratações que fizemos, ainda faltam duas para serem anunciadas, que a gente só está aguardando, esperando tirar o recado do documento. Até veio ali, se não já chegou, para eu falar os números aqui tudo, foi com dificuldade”, afirmou.
Mota revelou que o clube precisou buscar opções fora do país para reforçar a defesa, contratando dois zagueiros brasileiros que atuavam no exterior. Para o dirigente, além da falta de recursos, há uma carência de atletas no mercado, o que aumenta o risco nas negociações.
“A dificuldade é essa mesmo. Além da grana, é dificuldade de atleta.Por isso, muitas vezes você acaba arriscando mais e acaba errando muito”, concluiu.
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