Esporte

Academia de Futebol do Palmeiras é atacada com bombas e rojões

Mauro Horita/Ag. Paulistão
Episódio aconteceu na madrugada deste domingo (10); clube precisou acionar a polícia  |   Bnews - Divulgação Mauro Horita/Ag. Paulistão
Melissa Lima

por Melissa Lima

melissa.lima@bnews.com.br

Publicado em 10/08/2025, às 17h33



O Palmeiras publicou, na manhã deste domingo (10), uma nota denunciando que bombas e rojões foram arremessados contra a Academia de Futebol, centro de treinamento do clube. O episódio aconteceu na madrugada deste domingo (10).

"Vândalos atacaram covardemente a Academia de Futebol, colocando em risco a integridade física dos atletas e demais colaboradores",  inicia a nota. Apesar do perigo, ninguém se feriu.

O clube acionou a Polícia Civil para registrar um Boletim de Ocorrência. As câmeras de segurança registraram o momento em que ao menos cinco pessoas com capuzes se aproximam do local e arremessam os explosivos por cima do portão.

Na nota, o Palmeiras descreveu o episódio como um "atentado terrorista com características similares àquele ocorrido em outubro de 2024, quando marginais já identificados pela polícia assassinaram um torcedor do Cruzeiro na Rodovia Fernão Dias".

Na ocasião, membros da Mancha Alviverde, principal organizada do Palmeiras, fizeram uma emboscada ao ônibus da Máfia Azul, organizada do Cruzeiro, também com bombas e rojões arremessados na direção dos veículos. José Victor dos Santos Miranda morreu na ocasião.

O clube vem sendo alvo de protestos desde a terça-feira (05), quando torcedores levaram cestas com doces para o CT, cobrando o técnico e os atletas sobre a responsabilidade com o clássico de quarta-feira (06), contra o Corinthians. 

Com uma derrota e eliminação para o rival na Copa do Brasil, a indignação aumentou e os protestos tomaram o estádio, envolvendo xingamentos a Abel Ferreira, Anderson Barros, Leila Pereira e aos atletas.

Torcedores ainda penduraram faixas em frente ao Portão A do estádio. As três primeiras colocadas tem os dizeres "cabeça vazia, fralda cheia, time cagão", ironizando o lema de Abel Ferreira, a segunda com "fora, Abel", e a terceira "presidente inexistente, diretoria incompetente".

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