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Alvo de Ancelotti para comissão técnica da Seleção Brasileira, pentacampeão foi melhor jogador do mundo com o treinador

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Na época, o ex-jogador foi descrito por Ancelotti como "presente do Senhor" em sua chegada ao Milan, da Itália  |   Bnews - Divulgação Divulgação / Fifa / Reprodução / Redes Sociais
Tiago Di Araújo

por Tiago Di Araújo

tiago@bnews.com.br

Publicado em 14/05/2025, às 08h53



Depois de muitos anos, Kaká pode estar de volta à Seleção Brasileira, mas dessa vez como integrante da comissão técnica. O ex-jogador é um desejo do novo treinador Carlo Ancelotti, que teria ligado diretamente para convidá-lo ao cargo a partir do dia 26 de maio quando vai assumir o comando do time do Brasil.

Em seu perfil oficial no X (antigo Twitter), o pentacampeão chegou a parabenizar a contratação do italiano e desejou boas vindas ao ex-técnico. "Seja muito bem vindo, Mister @MrAncelotti! Que Deus abençoe", escreveu ao compartilhar a publicação do anúncio oficial da Confederação Brasileira de Futebol (CBF).

Mas, esse pedido de Ancelotti não é do nada. Os dois têm relação de longas datas e o brasileiro teve o melhor momento da carreira justamente quando era treinado pelo italiano. Em 2007, Kaká ganhou o título de melhor jogador do mundo quando atuava pelo Milan, da Itália, time vitorioso comandado por Ancelotti, que também faturou a Champions League e o mundial de clubes naquele ano.

E não para por aí. Ancelotti em sua autobiografia chegou a descrever Kaká como "presente do Senhor" na sua chegada ao clube italiano. O relato foi dado por Alessandro Alciato, jornalista italiano e coautor da autobiografia de Carlo Ancelotti, em 2009.

'No primeiro dia em que [Kaká] chegou ao Milanello parecia um aluno recém-saído da escola, de óculos, bem penteado. Estava praticamente perfeito. Quando o vi em campo entendi que era um presente do Senhor, porque raramente tinha visto alguém tão forte ou tão bom'. Carlo Ancelotti treinou todos os maiores jogadores do mundo. Então, se eu tiver que te dizer qual é a primeira coisa que me vem à cabeça na relação entre Ancelotti e o Brasil, é justamente aquele primeiro encontro entre ele e Kaká. Entre outras coisas, vejo muitos pontos em comum porque ambos são boas pessoas, ambos são extraordinários em seus trabalhos, ambos pensam primeiro nos outros e depois em si mesmos."

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