Esporte
O técnico Carlo Ancelotti já era especulado no comando da seleção brasileira desde o fim da chamada 'Era Tite'. Diante da demissão de Dorival Júnior em março, o nome do italiano voltou a ganhar força, mesmo com a instabilidade política na Confederação Brasileira de Futebol (CBF). O anúncio da contratação do treinador pegou torcedores brasileiros de surpresa.
De acordo com o jornalista Lauro Jardim, do jornal O Globo, o período final das conversas entre Ednaldo Rodrigues, presidente da entidade, e Ancelotti ocorreu justamente quando a situação do dirigente se tornava mais crítica.
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Ancelotti, portanto, bancou o risco de fechar em contrato com um presidente que poderia cair do cargo em seguida e se tornar técnico com uma nova gestão da CBF. Desde que assumiu, Ednaldo Rodrigues enfrenta batalha judicial que pode afastá-lo do cargo. No momento, há processos em três frentes que podem mudar o comando: no Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, no Supremo Tribunal Federal e no Conselho de Ética da própria CBF.
No entanto, ainda segundo o jornalista, a pressão sobre Ednaldo não impediu Ancelotti de fechar com a CBF. Isso porque intermediários da oposição ao atual presidente conversaram com o técnico e lhe garantiram que sua contratação era uma unanimidade entre todos na entidade máxima do futebol brasileiro.
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