Esporte
por Gabriel Santana
Publicado em 22/05/2026, às 18h27
O Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) decidiu, nesta sexta-feira (22), que o recurso apresentado pelo Santos pela anulação da partida contra o Coritiba, após a confusão em substituição de Neymar, é improcedente.
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A equipe santista moveu a ação por conta do engano da substituição de Neymar. O Santos alega que existiu um erro de direito da arbitragem ao impedir a que o craque voltasse ao gramado e ficasse em campo bem no momento em que a comissão técnica realizava a saída do jogador Escobar.
O auditor do caso, Marcelo Augusto Bellizze, apontou que para a partida ser anulada teria que ter junto com o engano da substituição, um erro de direito ao ponto de ter sido suficiente para alterar o resultado final. No entender do responsável, não aconteceu um erro de direito, mas um erro de fato.
A súmula possui presunção de veracidade e precisa de provas contrárias para que a presunção seja relativizada. Entendo que não é o caso em questão. Mesmo que confrontássemos a versão da súmula com a do Santos, não é possível concluir que a arbitragem decidiu pela substituição de Neymar. Mas, sim, que acreditou que o clube pediu a substituição ou foi induzida ao erro, intencionalmente ou não”.
A manifestação da Confederação Brasileira de Futebol aponta que o papelzinho de substituição não está previsto no regulamento editado pela entidade e nem pela Internacional Football Association Board (IFAB), entidade que dita as regras do futebol. Deste modo, o papel seria apenas um elemento facilitador da comunicação sobre a substituição de atletas.
Bellizze aponta que Robinho Jr. poderia não ter entrado ao ver que Neymar estava fora do campo e esperado o jogador correto se retirar, já que com a partida reiniciada, como foi o que aconteceu, não era mais possível refazer a troca. O placar do jogo também foi levado em consideração, afinal o Santos já perdia por 3 a 0 e a relevância do erro não afetou o resultado final.
Mesmo com todos os argumentos, Bellizze ressalta que o caso não tira a responsabilidade da equipe de arbitragem que errou e deve ser apurada em maneira especial. De acordo com o ge, o voto foi acompanhado pelos auditores Maxwell Borges de Moura Vieira, Marco Aurélio Choy, Rodrigo Aiache e Antonieta Pinto, além do presidente do colegiado, Luís Otávio Veríssimo Teixeira.
Confira o momento de todo o episódio da substituição de Neymar Jr.
⚽️ AGORA: Árbitro erra substituição, tira Neymar do jogo e gera confusão generalizada. pic.twitter.com/kmpo4QDDr2
— Eixo Político (@eixopolitico) May 17, 2026
Classificação Indicativa: Livre
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