Esporte
por Analu Teixeira
Publicado em 23/12/2025, às 19h15
A Copa Africana de Nações (CAN) mal começou e já vem causando polêmica no Marrocos. Oito pessoas foram presas, nesta terça-feira (23), suspeitas de revender ingressos de jogos do torneio por valores muito acima do preço oficial. A informação foi divulgada pela imprensa local.
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De acordo com autoridades marroquinas, os suspeitos atuavam em um esquema de “especulação ilegal” identificado a partir do monitoramento de publicações nas redes sociais. Os chamados serviços de vigilância informática detectaram anúncios oferecendo entradas para partidas da Copa com preços inflacionados, o que motivou a operação policial.
As prisões aconteceram em diferentes cidades do país, principalmente em Agadir, Marrakech e Rabat, sedes de jogos da competição continental. Segundo o site Le360, as investigações seguem em andamento e outras pessoas podem ser detidas por envolvimento no esquema.
O caso ganhou ainda mais repercussão após a partida de abertura do torneio. O duelo entre Marrocos e Comores, no último domingo (21), foi anunciado como ingressos esgotados, mas o Estádio Moulay Abdellah, em Rabat, teve milhares de cadeiras vazias.
Dos cerca de 69.500 lugares disponíveis, apenas 60.180 torcedores compareceram, deixando 9.320 assentos desocupados, fato que gerou indignação e questionamentos nas redes sociais.
O Marrocos recebe a 35ª edição da Copa Africana de Nações entre os dias 21 de dezembro e 18 de janeiro. O país também se prepara para um desafio ainda maior: em 2030, será sede da Copa do Mundo, em organização conjunta com Espanha e Portugal, tornando-se o segundo país africano a receber o principal torneio do futebol mundial.
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