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Carpini destaca atuação do Vitória e explica confusão com jogador do Bahia: "Emoções à flor da pele"

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Técnico do Vitória se envolveu em confusão com Ramos Mingo, zagueiro do Bahia  |   Bnews - Divulgação Divulgação/ECV
Marcelo Ramos

por Marcelo Ramos

marcelo.ramos@bnews.com.br

Publicado em 24/03/2025, às 08h51 - Atualizado às 09h04



Jogando no Barradão, o Vitória pressionou o Bahia, mas não conseguiu sair vencedor na tarde do domingo (23). Com o empate em 1 a 1, o Rubro-negro baiano viu seu maior rival levantar a taça de campeão baiano.

Após a partida, o técnico Thiago Carpini lamentou a perda do título, mas exaltou a atuação do Vitória no Manoel Barradas.

“Não conseguimos o objetivo maior, que era o título, mas muita coisa positiva no trabalho. Enfrentamos uma equipe de nível de Libertadores, tem muito saldo positivo nisso. Claro que fica a chateação, queríamos fechar essa campanha com o título. Uma campanha muito boa, apenas uma derrota”, afirmou.

“Essa derrota culminou no título do adversário, que construiu no jogo de ida, quando as coisas não aconteceram. Aqui a gente voltou a ser o Vitória. Infelizmente foi nos detalhes, tivemos bola na trave, finalização do Baralhas dentro da área quando estava 1 a 0, dois ou três contra-ataques que pediam escolhas melhores”, continuou o treinador.

A partida foi marcada por muita confusão e terminou com quatro jogadores expulsos (Cauly, Caio Alexandre, Danilo Fernandes e Zé Marcos). Após o gol do Bahia, Carpini se desentendeu com Ramos Mingo, zagueiro tricolor.

"Apesar da não conquista do título, o resultado nos deixa otimistas com a continuidade do Vitória na temporada. Estamos num caminho muito bem preparados. No pós-jogo... clássico né? Clássico grande, emoções à flor da pele, isso acontece. Acabou, ficou ali, nada a acrescentar ou ressaltar. É o tamanho da rivalidade e da energia do jogo", disse Carpini sobre o lance.

Veja a confusão envolvendo Carpini:

O treinador do Vitória ainda lamentou a briga generalizada em campo e disse que a confusão beneficiou o Bahia, que tinha o resultado ao seu favor.

“A confusão, como eu falei, os nervos à flor da pele. A gente entra para o “deixa disso”, para tentar separar. Ali não tinha como. Na primeira [confusão] acho que a gente entrou um pouco na pilha do jogo, mas não interferiu no resultado. Tivemos mais de 90 minutos para buscar o resultado. Naquele momento a confusão favoreceu mais o adversário porque a gente estava melhor na partida. Depois outra confusão, já depois do gol, teve o gesto ali do goleiro. Coisas da provocação, da rivalidade. Tem que tentar entender que a rivalidade fica dentro de campo. Acabou e cada um segue seus caminhos na temporada”, concluiu.

Próximo duelo

Após a perda do título, o Vitória volta a campo na quarta-feira (26), pela última rodada do Grupo A da Copa do Nordeste. O confronto será contra o Moto Club-MA, às 21h30, no Estádio Castelão.

Classificação Indicativa: Livre

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