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Caso de assassinato do pai de Michael Jordan sofre reviravolta; saiba detalhes

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Pai de Michael Jordan foi morto a tiros em em 1993  |   Bnews - Divulgação Divulgação/Getty Images
Marcelo Ramos

por Marcelo Ramos

marcelo.ramos@bnews.com.br

Publicado em 17/10/2024, às 09h05



Daniel Green, homem condenado à prisão perpétua pelo assassinato do pai de Michael Jordan, pode deixar a cadeia e ser considerado inocente, 28 anos depois do crime. O juiz do caso, Gregory Weeks, pediu a liberdade condicional do detento.

De acordo com informações da imprensa americana, o juiz acredita que Green não teve participação no crime, cometido em 1993.

“O fato de que o juiz que comandou meu julgamento pediu minha liberdade condicional é significante. Isso diz bastante sobre o caso, e eu estou extremamente grato”, disse Green, em entrevista ao canal "ABC News".

O juiz alega que exames forenses feitos no veículo de James Jordan tiveram resultado negativo ou inconclusivo para o sangue de Green, mas foram omitidos no julgamento.

Relembre

Daniel Green e Larry Demery foram condenados em 1996 à prisão perpétua após se acusarem mutuamente pelo assassinato de James Jordan. Demery afirmou, em depoimento, que ele e Green estavam se preparando para roubar um motel quando viram um carro que lhes chamou a atenção.

Ainda segundo o relato, James Jordan acordou e perguntou o que estava acontecendo. Os dois, então, atiraram no pai de Michael Jordan. Após verificarem os documentos, perceberam quem era a vítima e levaram o corpo para um bosque.

Atualmente, Daniel Green, de 48 anos, cumpre sentença em uma prisão na Carolina do Norte.

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