Esporte
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) foi alvo de críticas após divulgar, na última quarta-feira (14), um vídeo celebrando jogadores que marcaram época usando a camisa 7 da Seleção Brasileira, sem mencionar Mané Garrincha, considerado um dos maiores ídolos da história do futebol nacional.
A publicação destacou nomes como Adriano Imperador, Jairzinho, Bebeto, Neymar, Vini Jr., Richarlison, Ronaldinho Gaúcho e Elano. A ausência de Garrincha, bicampeão mundial em 1958 e 1962 e ícone da camisa 7 tanto na Seleção quanto no Botafogo, gerou indignação nas redes sociais.
Internautas apontaram o esquecimento como um “pecado” e ironizaram, questionando se Garrincha teria jogado por outro país.
Veja:
SÓ QUEM VIVEU SABE! 7️⃣
— CBF Futebol (@CBF_Futebol) May 14, 2025
A camisa 7 amarelinha é sinônimo de classe, categoria e MUITO futebol. ⚽️ pic.twitter.com/IcbLY6Thto
O Botafogo, clube pelo qual Garrincha atuou entre 1953 e 1965, reagiu à omissão nesta quinta-feira (15), com uma publicação exaltando o legado do craque.
“A origem da mística camisa 7 no futebol tem nome: Mané Garrincha! Bicampeão da Copa com a Seleção Brasileira, o Anjo das Pernas Tortas comandou o espetáculo de 62 e se tornou melhor do mundo com o número. Um marco na identificação nacional com o esporte, a Alegria do Povo! INESQUECÍVEL”, escreveu o clube.
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Durante sua trajetória, Garrincha disputou 50 partidas pela Seleção Brasileira, marcou 12 gols e deu duas assistências. No Botafogo, conquistou títulos como o Campeonato Carioca e o Torneio Rio-São Paulo, consolidando-se como um dos maiores ícones da história do futebol brasileiro.
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