Esporte
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) iniciou a formalização do Programa de Arbitragem Profissional para a temporada de 2026. A entidade enviou contratos para 72 profissionais, entre árbitros, assistentes e árbitros de vídeo (VAR), que passarão a atuar dentro de um novo modelo de profissionalização da arbitragem brasileira.
Ao todo, o programa contará com 20 árbitros principais, 40 assistentes e 12 árbitros de vídeo, que serão responsáveis por atuar principalmente nas partidas da Série A do Campeonato Brasileiro. Com a assinatura dos contratos, os profissionais passarão a receber salário fixo pago pela CBF a partir de março, além de uma remuneração variável conforme o número de partidas em que forem escalados ao longo da competição.
De acordo com a entidade, a remuneração variável começará a ser aplicada a partir da sexta rodada do Campeonato Brasileiro, quando os árbitros também passarão a receber as taxas de arbitragem relacionadas às partidas. O novo modelo prevê ainda que o pagamento das taxas de arbitragem seja feito diretamente pela CBF por meio do Fundo Anual de Desenvolvimento da Arbitragem, abastecido com recursos recolhidos pelos clubes referentes às taxas variáveis de cada árbitro.
A iniciativa faz parte de um processo mais amplo de modernização da arbitragem brasileira. Para o biênio 2026–2027, a CBF prevê investimentos de cerca de R$ 195 milhões em ações voltadas ao desenvolvimento e à profissionalização da categoria. Junto ao envio dos contratos, os 72 profissionais foram convidados para participar do primeiro seminário técnico da temporada, que será realizado entre os dias 31 de março e 3 de abril, na Granja Comary, em Teresópolis (RJ).
O encontro contará com treinamentos físicos e técnicos, avaliações, alinhamento de critérios de arbitragem e capacitação em novas ferramentas tecnológicas e metodológicas, além da padronização de procedimentos entre os profissionais. Segundo o presidente da Comissão de Arbitragem da CBF, Rodrigo Cintra, a iniciativa representa um marco para a categoria.
Ele afirmou que a profissionalização da arbitragem é um desejo antigo dos árbitros brasileiros e deve proporcionar mais estabilidade, previsibilidade de renda e melhores condições de aprimoramento profissional. A expectativa da entidade é que o novo modelo ajude a elevar o nível da arbitragem no futebol brasileiro, aproximando o país de padrões adotados em ligas internacionais onde a atividade já é exercida de forma profissional.
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