Esporte
por Leonardo Oliveira
Publicado em 28/07/2026, às 23h56
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) encaminhou aos órgãos competentes os dados e documentos relacionados à suspeita de manipulação no cartão amarelo recebido por Lucho Acosta, do Fluminense, próximo adversário do Bahia, nesta quarta-feira (29). O caso foi enviado para Polícia Federal, Ministério Público do Rio de Janeiro, STJD, Procuradoria-Geral e Comissão de Ética do Futebol Brasileiro.
De acordo com a denúncia, uma empresa identificou um volume anormal de apostas no cartão do jogador argentino e alertou uma companhia contratada pela Fifa para monitorar partidas. O procedimento adotado pela CBF é padrão quando há indício de irregularidade.
A advertência ocorreu no empate por 1 a 1 entre Fluminense e Red Bull Bragantino, pela 19ª rodada do Brasileirão, no dia 17 de julho. Acosta levou cartão amarelo aos 47 minutos do segundo tempo, após uma confusão generalizada entre atletas dos dois times.
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A confusão teve início depois de uma falta de Canobbio em Lucas Barbosa. Na sequência, houve empurrões, e Acosta correu em direção ao atacante do Bragantino e o empurrou, o que provocou uma sequência de punições na partida. No tumulto, John Kennedy, do Fluminense, e Fabinho, do Bragantino, foram expulsos. Já Juan Freytes, do Tricolor, e Henry Mosquera, do Massa Bruta, receberam cartão amarelo.
Confira a nota da CBF sobre o episódio:
“A CBF recebeu, através da FIFA, alerta da Sportradar apontando suspeita de manipulação de competição relativo ao recebimento de cartão amarelo pelo atleta Luciano Acosta, do Fluminense, na partida disputada em 17 de julho de 2026 contra o Red Bull Bragantino, no âmbito do Campeonato Brasileiro, Série A.
Conforme protocolo interno, em menos de 72 horas após seu recebimento, o alerta foi compartilhado com autoridades públicas (Polícia Federal e Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro) e com organismos disciplinares desportivos (Superior Tribunal de Justiça Desportiva do Futebol, Procuradoria Geral junto ao STJD e Comissão de Ética do Futebol Brasileiro).
A CBF, como de praxe, agirá com a cautela necessária e informa que solicitou à FIFA relatório circunstanciado com mais informações sobre o caso”, afirmou em nota.
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