Esporte

CBF toma medida após caso de racismo envolvendo atacante que disputa o Sul-Americano sub-20

RAFAEL RIBEIRO/CBF
CBF toma medida após caso de racismo e cobra Conmebol em defesa de atacante  |   Bnews - Divulgação RAFAEL RIBEIRO/CBF
Gabriel Bacelar

por Gabriel Bacelar

gabriel.bacelar@bnews.com.br

Publicado em 27/01/2025, às 08h54



A partida entre Brasil e Bolívia pela segunda rodada do Sul-Americano sub-20, terminou com vitória brasileira por 2x1. Apesar de se recuperar da goleada humilhante sofrida para Argentina, o resultado do duelo ficou em segundo plano após um fato lamentável que aconteceu dentro da partida.

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O atacante Rayan denunciou que foi alvo de racismo dentro da partida contra os bolivianos. O jogador do Vasco relatou para a CBF que foi chamado de "mono" (macaco, em espanhol) por Fabian Pereira, goleiro da seleção da Bolívia.

Horas após o encerramento da partida, a Confederação Brasileira de Futebol enviou uma representação para a Conmebol e relatou o ocorrido para a entidade.

Confira o comunicado da CBF:

"A CBF enviou uma representação à Conmebol e às autoridades locais em protesto contra os atos racistas sofridos pelo atacante Rayan, da Seleção Brasileira Sub-20, na vitória deste domingo (26) contra a Bolívia, na Venezuela, pelo Sul-Americano da categoria. O Brasil venceu a partida por 2 a 1.

A CBF condena veementemente qualquer tipo de ação discriminatória no futebol e não tolera casos de racismo no esporte.

No final do jogo, Rayan relatou ter sido chamado de “mono” (macaco, em espanhol) e visto o goleiro boliviano, Fabián Pereira, fazer o gesto imitando um macaco em sua direção. Imediatamente, Rayan denunciou ao quarto árbitro e ao árbitro do jogo, assim como todo o time brasileiro.

No vestiário, após o término do jogo, ele reiterou os gestos racistas feitos pelo atleta boliviano".

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