Esporte
por Gabriel Bacelar
Publicado em 04/05/2025, às 09h30 - Atualizado às 09h53
Renato Paiva voltou à Fonte Nova, no último sábado (3), para enfrentar o Bahia, pela sétima rodada do Campeonato Brasileiro de 2025. O treinador, que deixou o clube em 2023, teve a primeiro oportunidade de retornar à capital baiana e manter o primeiro contato com a torcida tricolor após a sua saída.
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Apesar da relação conturbada, Paiva não sofreu tanto com a torcida durante os 90 minutos. O técnico foi pouco hostilizado e educadamente aplaudiu os torcedores pela festa após o final do confronto.
Durante a coletiva, ele voltou a falar sobre a passagem pelo Bahia e destacou a contribuição que teve para a história do Esporte Clube.
"A história se chama experiência também. Mesmo nas situações mais negativas que eu tive aqui, como tive positivas - não posso esquecer que o 50º título do Bahia aqui é com nossa marca também. Portanto, contribuímos para a história do Bahia também. Mas também situações negativas te fazem aprender, aumentam seu aprendizado. Hoje, possivelmente, poderia não fazer algumas coisas que fiz. Outras voltaria a fazer porque fiz com consciência. Não gosto de jogar contra a minha história. Minha profissão me obriga a fazer isso, então, tenho que dar o máximo porque, hoje, represento o Botafogo com o mesmo orgulho que representei o Bahia e todos os meus clubes. E é aqui que eu quero conquistar títulos. É aqui que eu quero evoluir como treinador e fazer meus jogadores evoluírem. Portanto, claro que você não pode voltar atrás para corrigir as coisas que fez ou melhorar as coisas que fez bem, então vive com isso, mas o importante é evoluir e aprender com o que fez mal, e é o que eu quero: aprender com meus erros, evoluir com minha profissão e dar o melhor que posso dar", disse Renato Paiva.
O português também falou do orgulho que teve em representar o Bahia e citou carinho pela torcida.
"Foi um grande orgulho representar o Bahia, muito carinho pela torcida, fui abraçado pelos jogadores, é uma marca do que deixei aqui, não só profissional, como pessoal. Isso diz muito sobre o trabalho que deixamos. Nem tudo são resultados. Acho que não só as palavras que o Rogério me disse, como também a demonstração de carinho dos jogadores e de todos os funcionários do Bahia, demostram que, pelo menos, deixei algo aqui no clube", finalizou o treinador.
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