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Credor acusa ídolo da Seleção Brasileira de oferecer resistência para entregar mansão leiloada; entenda

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Mansão de campeão do mundo com a Seleção foi leiloada por mais de R$ 20 milhões  |   Bnews - Divulgação Reprodução / Instagram
Marcelo Ramos

por Marcelo Ramos

marcelo.ramos@bnews.com.br

Publicado em 25/01/2025, às 09h35



Pentacampeão mundial com a Seleção Brasileira, o ex-lateral direito Cafu ainda não entregou as chaves de sua mansão que foi leiloada pela Justiça. Quem faz a acusação é a empresa credora que adquiriu o imóvel.

Segundo o Uol, a Justiça foi acionada para resolver a situação. Os credores acusam o capitão do penta de má-fé.  Em petição formalizada na quarta-feira (22), a Vob Cred Securitizadora afirma que Cafu vem oferecendo uma resistência injustificada para concretizar a venda da mansão, arrematada por R$ 20,2 milhões - metade do valor avaliado, R$ 40 milhões.

Ainda de acordo com a empresa, Cafu vem "alterando a verdade dos fatos" em petições enviadas à Justiça, agindo "de modo temerário, protelatório e desprovido de qualquer amparo legal".

A publicação do Uol afirma ainda que a Vob acredita que a defesa do ex-jogador vem omitindo decisões judiciais e abusando das ferramentas processuais para evitar que a venda do imóvel se concretize.

A empresa quer que Cafu seja condenado por agir com má-fé na condução de seu processo, "movendo a máquina pública conscientemente e com o intuito ardil de prejudicar a outra parte". No processo, a companhia cobra uma dívida de quase R$ 11 milhões. Como a dívida não foi paga, a Vob conseguiu que a mansão fosse a leilão.

Em contato com o Uol, a defesa de Cafu disse que confia no trabalho da Justiça para reconhecer os pedidos do ex-atleta.

"Há um litígio processual e, neste momento, o pedido formulado pelo advogado da parte contrária se dá em petição apresentada contra diversos pleitos por nós apresentados, os quais estão pendentes de análise pelo Poder Judiciário, tais como cobrança de juros abusivos, liberação de bens excessivos a execução, entre outros. Podemos afirmar que todos os nossos pedidos são absolutamente pertinentes e temos confiança que serão reconhecidos pelo Poder Judiciário", disse o advogado Ricardo Sewaybrick.

Classificação Indicativa: Livre

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