Esporte

DIRETO DE MIAMI: Chico Moedas revela torcida pelo Brasil, mas mantem pés no chão: "Pode ganhar e perder de qualquer um"

Matheus Simoni / BNews/ Montagem News
Para o influenciador carioca, por não ser favorito, o Brasil e os torcedores precisam manter os pés no chão  |   Bnews - Divulgação Matheus Simoni / BNews/ Montagem News
Tácio Caldas e Matheus Simoni

por Tácio Caldas e Matheus Simoni

tacio.caldas@bnews.com.br

Publicado em 24/06/2026, às 18h31 - Atualizado às 18h34



O influenciador carioca Chico Moedas é um dos representantes da CazéTV durante a Copa do Mundo de 2026. Essa é a primeira experiência do comunicador na cobertura de um mundial, o que tem sido especial. Pelo menos é o que ele comentou com o repórter do BNews, Matheus Simoni, que também está na cobertura do evento. Quem também falou com a equipe de reportagem do BNews foi o pentacampeão Denilson.

É uma experiência maravilhosa, né? Eu tenho alguns amigos ali dentro, então fico muito feliz. Torço muito individualmente por eles. [...] (Estou) tendo oportunidade de poder estar aqui, de poder estar trabalhando, de poder estar fazendo uma coisa legal. E acho que é isso, tô curtindo”, iniciou Moedas.

O influenciador ainda opinou sobre a seleção brasileira. De acordo com ele, apesar de buscar o hexacampeonato mundial, a situação é desafiadora.

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A expectativa é alta, eu sei que a gente não é favorito. Acho que já saiu de palavras de próprios jogadores, mas eu acho que [...] torcer é ato de fé, então eu mantenho minha ponta nessa”, destacou o influenciador carioca.

Próximos desafios

Chico Moedas também falou sobre os possíveis próximos adversários do Brasil. Para ele, independente do adversário, pode acontecer de tudo com a seleção brasileira.

Eu acho que o Brasil, justamente por isso, que não é favorito, eu acho que a gente pode ganhar e perder de qualquer um. Eu acho que essa é a parte difícil para o Brasil. Então acho que todo o confronto daqui para frente vai ser difícil [...] (É) pensar no jogo seguinte. Mas eu acredito que esse é o caminho do Brasil mesmo. É ter que afinar durante a competição. É muito difícil, mas eu acho que é isso, com uma fézinha a gente chega”, concluiu o comunicador.

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