Esporte

DIRETO DOS EUA: 'Baiano' radicado em Nova York exibe camisa do Esquadrão e comenta rivalidade; confira

Reprodução / Matheus Simoni / BNews
'Baiano de consideração' chamou atenção ao aparecer com a camisa do Bahia na Times Square, em Nova York  |   Bnews - Divulgação Reprodução / Matheus Simoni / BNews
Leonardo Oliveira e Matheus Simoni

por Leonardo Oliveira e Matheus Simoni

Publicado em 12/06/2026, às 20h11



Em meio ao clima de Copa do Mundo nas ruas de Nova York, um 'baiano de consideração' chamou atenção ao aparecer com a camisa do Bahia em plena Times Square. Radicado há 20 anos nos Estados Unidos, Ivanildo Maier contou ao BNews nesta sexta-feira (12), que a ligação com o Esquadrão nasceu depois de viver sete anos em Salvador e que, mesmo longe do Brasil, segue acompanhando de perto o clube baiano. 

“Eu morei sete anos em Salvador e o Bahia me conquistou quando eu estava lá. Eu não tenho essa rivalidade de Bahia e Vitória que vocês têm, mas eu sou Bahia,  tenho várias camisas do Bahia e aqui eu sou Bahia representando a torcida aqui na Times Square. Eu já tô há 20 anos nos Estados Unidos, mas eu acompanho tudo do Bahia também. Acompanho as notícias, acompanho os jogos, principalmente. Sofro junto com o Bahia. Mas hoje é todo Brasil aqui. Encontrei vários torcedores do Vitória também aqui”, conta.

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Ele também falou do ambiente festivo que tomou conta da Times Square com a presença de brasileiros e turistas de várias partes do mundo e resumiu em um cenário de Carnaval. Na avaliação dele, os Estados Unidos ainda estão começando a perceber a dimensão de uma Copa do Mundo em casa. Como o futebol não é o principal esporte do país, a tendência, segundo o brasileiro, é que o envolvimento dos americanos cresça gradualmente à medida que o torneio avance.

“A Copa vai esquentar para o americano, porque morando aqui, o principal esporte deles é o futebol americano. É muito longe do futebol americano e do NBA, do basquete, que é o segundo. É muita diferença. E o americano gosta de festa também, mas como não é o esporte principal dele, ele vai esquentando. Eu torço para os Estados Unidos hoje também e para a Copa também é bom, que eles vão sentir o tamanho. Eles não têm noção do tamanho de uma Copa do Mundo nos Estados Unidos”, comenta.

“E eles ganhando, avançando, para você ter uma ideia, a TV americana que hoje vai abrir a transmissão três horas antes, ou seja, como se faz no Brasil também. Então, eu creio que vai colocar na cabeça deles o tamanho do evento, vai esquentar muito mais. Mas aqui o brasileiro tomou conta, já é carnaval”, finaliza.

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