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Diretor do Bahia explica motivo de corrida para contratar novo goleiro após lesão de Ronaldo; veja

Devid Santana/BNews
Cadu Santoro explica que negociação rápida com goleiro aconteceu em meio a planejamento de substituição de Ronaldo  |   Bnews - Divulgação Devid Santana/BNews

Publicado em 01/04/2026, às 12h23   Matheus Simoni e Maycol Douglas



O diretor de futebol do Bahia, Cadu Santoro, explicou o motivo da rápida negociação envolvendo o goleiro Léo Vieira, apresentado oficialmente como novo atleta do clube. O jogador estava na Chapecoense e estava atuando como titular no time catarinense. Durante apresentação nesta quarta-feira (01), na sala de imprensa da Casa de Apostas da Arena Fonte Nova, o dirigente afirmou que o planejamento inicial era contar com os goleiros Ronaldo, João Paulo e Yuri para a atual temporada.

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No entanto, após grave lesão sofrida pelo arqueiro titular na partida contra o Remo na dia 22 de março, o clube passou a focar numa resposta rápida em busca de um novo jogador para defender a meta tricolor.

Desde a aposentadoria do Danilo, nós tínhamos definido que iniciaríamos o ano com o Ronaldo, com o João Paulo e que apostaríamos no garoto da base para o desenvolvimento, que é o Vitor, que está hoje integrado ao elenco profissional. Mas, infelizmente, o Ronaldo teve uma lesão que a gente considera grave, porque apesar de ser um tratamento conservador, é sempre uma recuperação longa", detalhou Santoro.

Restando menos de uma semana para o fechamento da janela de contratações, o Bahia correu para negociar com a Chapecoense. A negociação, segundo o diretor, foi rápida porque já havia um monitoramento da situação de Léo Vieira.

"Se tivesse sido uma lesão muscular, uma coisa de impacto curto, provavelmente a gente não teria feito nenhum movimento, mas quando vem uma lesão grave, com cinco dias de fechamento de janela, seria a irresponsabilidade da minha parte se a gente não mudasse a rota e não buscasse uma reposição. E dentro desses cinco dias foi tudo muito rápido, porque a gente teve que tomar uma decisão, alinhar debater com comissão técnica em torno dos nomes que a gente discutiu", afirmou.

Léo Vieira chegou a ser monitorado pelo Bahia há pelo menos três anos. Ao todo, o goleiro acumula 66 jogos com a Chape, sendo 14 na atual temporada. "Sabíamos que ia ser também difícil a saída, então agradecer muito o Léo, agradecer muito os agentes, o pessoal da Chapecoense, porque é difícil você tirar um atleta que vem jogando hoje no clube de Série A, mas acho que a vontade do Léo fortaleceu sempre com muito respeito para todas as pessoas envolvidas. A gente conseguiu tratar isso e finalizar de forma rápida", pontuou o diretor de futebol.

Não é um tipo de movimento que a gente gosta de fazer, de ir para o último dia da janela, porque existe um risco. Nós temos um trabalho dos exames médicos muito burocrático, que faz parte para a gente minimizar erros e riscos. então não é o ideal mas a gente tinha que movimentar nesse espaço curto de tempo então mais uma vez agradecer ao Léo que prevaleceu a vontade dele expôs a vontade dele de vir e o pessoal da Chapecoense que foi muito respeitoso na condução do processo como um todo", finalizou.

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