Esporte
O ex-meia atacante do Vitória, Elkeson, deu uma entrevista ao Charla Podcast e fez um "passeio" por sua história no futebol. Em dado momento, atleta lembrou do período que chegou perto de fazer história com a camisa do Leão da Barra. Em 2010, o jogador fez parte do elenco vice-campeão da Copa do Brasil.
[...] O torcedor não sabe, do Vitória. É óbvio que o time do Santos era uma seleção, mas a logística que fizeram com a gente... Eu era novo, não tinha que opinar em nada, mas ficamos 12 a 14 dias treinando em Mogi Mirim [...] no dia do jogo a gente acordou 4h ou 5h. [...] A gente fez uma viagem de Mogi Mirim para outra cidade, para evitar os fogos, tomamos café, almoçamos e pegamos, 17h ou 18h da tarde para ir para Santos, pegamos uma viagem de 1h, 1h30 para o jogo. [...] Eu vi muitos jogadores dormindo antes do jogo. Primeiro bola, cruzamento, o Neymar de peito e 1 a 0...", recordou.
Elkeson também lembrou da ausência do goleador do Colossal na partida naquela época. "O nosso atacante, o Júnior matador, ele não jogou esse jogo, estava no banco. Alguma treta teve, que ele ficou no banco, mas ele era uma peça importante para a gente", ponderou o centroavante do CD Rongcheng, da China.
FINAL NO BARRADÃO
Ainda falando da final da Copa do Brasil de 2010, o Elkeson lembrou do jogo no Barradão. Segundo ele, detalhes não permitiram que o título do certame ficasse na casa do Leão da Barra. "Os caras estavam confiantes, então os caras não jogaram tão bem nesse jogo. No Barradão com o apoio da nossa torcida era difícil. Se tivesse mais tempo a gente fazia mais gol. Se a gente não toma aquele gol no final do primeiro tempo... A gente teve uma duas chances ali com o Schwenck", ponderou o jogador.
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BASE
Ao lembrar do seu período nas divisões de base do Rubro-Negro, Elkeson recordou dos "causos" que ocorriam no Vitória. De acordo com ele, haviam trotes dos profissionais com os moleques da base do time baiano.
[...] Naquela época era mais difícil. A gente sempre foi acompanhado por uma mãe social, uma psicóloga. Quando faltava energia, você tinha que sair dos quartos porque os mais velhos desciam para bater nos mais novos [...] mandava fazer uma fila, os caras davam uma "palmatória". Hoje em dia não existe mais", recordou.
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