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Ex-Bahia abre o jogo sobre possibilidade de demissão de Rogério Ceni: "Já tem um tempo"

Rafael Rodrigues | EC Bahia
Rogério Ceni chegou ao Bahia durante a temporada 2024, após a saída do treinador Renato Paiva  |   Bnews - Divulgação Rafael Rodrigues | EC Bahia
Alex Torres

por Alex Torres

Publicado em 30/04/2026, às 18h53 - Atualizado às 19h24



Cria das divisões de base do Vitória, mas também com rápida passagem no Bahia, o ex-atacante Obina avaliou a situação do técnico Rogério Ceni, que tem sido bastante criticado pela torcida tricolor pelos resultados recentes. A declaração aconteceu em entrevista ao Portal A Tarde, nesta quarta-feira (29).

"É muito difícil falar [sobre demissão de Rogério Ceni], porque o Bahia é uma SAF, e o Grupo City não trabalha muito em cima disso, ele trabalha no longo prazo. O Grupo City quer um treinador que dure mais, que tenha o estilo de jogo semelhante ao do Manchester City", afirmou Rogério Ceni. 

Aqui no Brasil, em três meses, se não tiver resultado, é mandado embora. O Rogério Ceni já tem um tempo, e mesmo oscilando o City mantém porque tem essa filosofia de trabalho, de manter o seu treinador para criar um time consistente", completou. 

Na atual temporada, o Bahia acumula alguns resultados decepcionantes. A equipe foi eliminada dentro de casa, na primeira fase da Pré-Libertadores para o O'Higgins, do Chile. No Brasileirão, o ponto mais crítico foi a goleada por 4 a 1, sofrida diante do Remo, e também o empate em 2 a 2 contra o Santos, dentro da Arena Fonte Nova, depois de ainda começar perdendo por 2 a 0.

Pela Copa do Brasil, o Bahia também caminha para mais um vexame. A equipe começou o torneio já na 5ª fase e, logo no primeiro jogo, diante do seu torcedor, perdeu para o mesmo Remo pelo placar de 3 a 1. Agora a equipe terá que reverter os dois gols de diferença dentro do Mangueirão, em Belém, do Pará.  

Ceni chegou ao Bahia durante a temporada 2024, após a saída do treinador Renato Paiva. Ele conseguiu terminar o Brasileirão em 8º e 7º lugar nos dois primeiros anos à frente do time, respectivamente, classificando o Bahia para a Libertadores após mais de 35 anos. Ao todo, o comandante soma 184 partidas no Esquadrão, com 98 triunfos, 35 empates e 51 derrotas — aproveitamento de 59,6% dos pontos. 

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