Esporte
Mais um caso de não pagamento de pensão alimentícia, envolvendo ex-jogador de futebol, terminou em prisão. Na última quinta-feira (15), o ex-meia do Vitória, Arivélton, que atuou pelo Rubro-Negro na década de 2000, inclusive sendo campeão baiano em 2004, foi detido por não quitação dos débitos.
Pai de três filhos, o ex-atleta foi surpreendido por uma ação gerada pela família do herdeiro mais velho, atualmente com 18 anos. Nesta terça-feira (20), ele foi conduzido para Polinter, no bairro dos Barris, em Salvador.
Ao BNews, a advogada Karen Rosário, que representa o ex-jogador, afirma que os fatos serão esclarecidos em tempo oportuno e que qualquer conclusão agora será especulativa e temerária. Ela finaliza destacando que Arivélton sempre se mostrou disposto a cumprir com as obrigações alimentares.
A falta de pagamentos em 2022 originou a ação da mãe do filho mais velho que resultou na prisão do ex-jogador: “Eu, como mãe, tenho que buscar o direito do meu filho. Ele faz faculdade e pela Justiça tem direito ao benefício até se formar. Acredito que muitas muitas mães não saibam", conta.
No entanto, a situação de Arivélton pode ficar ainda mais complicada. Isso porque a mãe do segundo filho do ex-jogador também pretende ingressar com uma ação na Justiça. Segundo ela, o meia não paga o valor que enviava ao filho do meio desde 2021.
Para a mãe do mais velho ter colocado ele na Justiça, e eu ter dado início a um processo, ele deve ter ficado com medo. E começou a pagar o mesmo valor para os dois”, conta a mãe do segundo filho de Arivélton ao BNews
Sobre o segundo caso, a defesa diz que busca meios de comunicação e pagamento,. Além disso, ressalta que a mãe afirmou que não gostaria de receber nenhum valor, e teria proibido o convívio do pai com filho há quase 2 anos e que buscou meios judiciais para resolver a situação.
Confira a nota completa da defesa de Arivélton:
Diante das notícias veiculadas por páginas na internet, a acessória jurídica da parte acusada vem esclarecer que os fatos alegados serão em tempo oportuno devidamente esclarecidos no bojo do processo judicial.
Devido ao segredo de justiça que envolve o processo, não podemos fornecer detalhes adicionais sobre o caso.
É importante frisar que qualquer conclusão neste momento será meramente especulativa e temerária.
O acusado se resguarda ao direito de manifestar no momento processual adequado sobre o que for necessário para elucidação dos fatos e demonstração da verdade.
Por fim, ressalta-se que o Sr. Arivélton, sempre se mostrou disposto a cumprir com suas obrigações alimentares.
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